Dia Mundial de Conscientização da Epilepsia: você realmente conhece o transtorno?

No dia 26 de março é comemorado o Dia Mundial de Conscientização da Epilepsia – também chamado de Purple Day. A data exalta a importância de desestigmatizar o transtorno que, no mundo, afeta 50 milhões de pessoas, ou seja, uma em cada 100 pessoas.

O que é epilepsia?

A epilepsia é uma doença de ordem neurológica. Ela produz descargas elétricas anormais no cérebro, causando crises epilépticas ou convulsões, uma vez que as descargas, além de irregulares, ocorrem de maneira excessiva. A origem pode ser congênita, isto é, presente desde o nascimento, ou adquirida por meio de traumatismos cranianos, infecções, uso excessivo de álcool e drogas, etc.

Apesar das formas de desenvolvimento da epilepsia serem conhecidas, em 50% dos casos a causa é desconhecida. Mesmo com cerca de 70% dos casos serem facilmente controlados, ainda existe muito preconceito e falta de informação sobre o assunto, daí nasce a importância de uma data como o Dia Mundial de Conscientização da Epilepsia.

Ataque epiléptico

As formas que a epilepsia se manifesta no corpo são várias. O transtorno pode, por exemplo, afetar a coordenação motora e causar alterações da consciência, da sensibilidade ou sensoriais.

Segundo a neurologista do Hospital Santa Paula, Luciana Rodrigues, “a manifestação clínica vai depender da área do cérebro” que é afetada. “Por exemplo, crises da área motora do braço se manifestam com movimentos repetitivos do membro superior; crises do lobo temporal se manifestam com alterações da consciência e movimentos sutis de boca e mãos; já crises da área da visão se apresentam com fenômenos visuais e oculares”, explica.

Outro conhecido sintoma de epilepsia são as convulsões. Mas é importante lembrar, especialmente no Dia Mundial da Conscientização da Epilepsia, que nem toda pessoa epiléptica sofre com esse sintoma.

No entanto, é fundamental acabar com mitos sobre as crises de convulsão, como a crença de que ela seja transmissível. Veja alguns cuidados necessários:

Para quem sofre da condição:

  • Ambientes com carpetes são mais seguros, pois diminuem o impacto em caso de queda. Se você mora com mais pessoas, evite trancar a porta de espaços como o banheiro e o quarto para facilitar os primeiros socorros, caso necessário;
  • Não se limite: interaja de forma plena em todas as atividades escolares ou do trabalho;
  • Pratique esportes e atividades de lazer com os amigos;
  • Evite entrar no mar ou na piscina sozinho, porque, em caso de crise, existe o risco de afogamento;
  • Não fique em lugares altos sem grade ou proteção;
  • Não manuseie máquinas que possam feri-lo no caso de perda da consciência;
  • Lembre-se que a crise, na maioria das vezes, é inofensiva. É a alteração da consciência ou a queda que podem levar a acidentes com consequências graves.

Para auxiliar alguém em crise:

  • Coloque a pessoa deitada e retire objetos que possam lhe machucar de perto. A área ao redor deve ficar livre;
  • Deixe a pessoa se debater. Não a segure, não dê tapas, não jogue água ou qualquer outra substância líquida;
  • Coloque um objeto macio, como uma almofada, travesseiro ou até roupas, debaixo da cabeça da pessoa, para que não bata no chão com os movimentos ou abalos;
  • Não insira nenhum objeto na boca do paciente. Geralmente, a mordedura da língua ocorre logo no início da crise, por isso, é desnecessário tentar interferir, além de poder engasgar quem está em crise;
  • Levante o queixo para facilitar a passagem de ar e vire a pessoa para o lado. Limpe toda a saliva ou sangue que sai pela boca para que ela permaneça seca, facilitando a entrada de ar e evitando a aspiração de sangue ou saliva.
  • Afrouxe as roupas da pessoa;
  • Crises com duração maior que cinco minutos ou que se repetem em um intervalo de cinco minutos sem que o paciente recupere a consciência, devem ser tratadas como emergência. Nesses casos, chame uma ambulância.
  • É normal ocorrer sonolência após a crise.

Tratamentos para Epilepsia

A Epilepsia não tem cura, mas existem abordagens de tratamentos que podem ajudar a pessoa diagnosticada a manter o transtorno sob controle. Mas é importante saber que o tratamento não deve visar apenas o controle dos sintomas, mas também a melhora da qualidade de vida do paciente. “Na maioria dos casos, o indivíduo é capaz de trabalhar e levar uma vida normal”, afirma Luciana.

De acordo com a neurologista, houve um avanço importante nas últimas duas décadas em relação ao tratamento, tanto através de medicamentos, quanto em caso cirúrgico. Ela destaca que os remédios utilizados atualmente se dão melhor com o organismo humano, o que reduz consideravelmente os efeitos colaterais que podem ser causados. Esse é um importante avanço nos tratamentos para Epilepsia, já que a maioria dos casos são tratados por medicamentos orais.

Nos casos em que tomar os remédios não proporcione o controle do transtorno, intervenções cirúrgicas podem ser indicadas. Mas é fundamental ter cuidado nesta etapa, pois os critérios para chegar a essa abordagem são rigorosos e incluem exames especializados como avaliação neurofisiológica (eletroencefalograma, por exemplo), exames de imagens e avaliação neuropsicológica.

“Um desses exames é a monitorização por vídeo-eletroencefalograma. Neste exame o paciente é internado em uma unidade hospitalar e monitorizado continuamente para detectar e caracterizar o início e o tipo de crise. É com essa investigação minuciosa que a equipe multidisciplinar, formada pelo neurologista, neurofisiologista, neurocirurgião, psicólogo, radiologista e assistente social, decidirá a conduta cirúrgica”, conclui a especialista.

Os efeitos do ar condicionado na saúde

O ar condicionado pode ser uma maravilha na vida de muitas pessoas, afinal, quem não gosta de acertar a temperatura como bem entende? No entanto, estar sempre debaixo daquele ar gelado e diante de tantas quedas de temperatura nem sempre é positivo para a saúde.

Seja no transporte público, dentro do carro ou no ambiente de trabalho, é comum estarmos sujeitos a passar um bom tempo sob bruscas quedas de temperatura causadas pelo ar condicionado.

Além disso, sempre ouvirmos falar sobre qualidade do ar, mas geralmente o termo é usado para se referir ao ar de ambientes externos e não relacionados aos aparelhos que tanto refrescam as ondas de calor. Mas, quem nunca sentiu o nariz mais seco quando o ar está ligado em um ambiente fechado?

A umidade relativa do ar é diretamente afetada pelo condicionamento feito em locais fechados e ela impacta justamente na saúde de todos que respiram aquele ar. Como esse tipo de recurso retira umidade do ar para causar a queda de temperatura, ter cuidado para que ele não fique seco demais é sempre uma boa pedida.

Como aumentar a umidade relativa do ar?

A dica é aumentar a umidade relativa do ar através da maior disponibilidade de água no ambiente. Ou seja, ter alguma fonte de vapor, ou um balde de água no cômodo, ter plantas em cômodos próximos (mas não nos mesmos) e ter uma toalha molhada próxima a você, são algumas dicas para aumentar a oferta de umidade no local onde o aparelho estiver sendo usado.

Assim, é possível evitar uma série de desconfortos, como irritação na garganta e no nariz por conta das áreas ficarem secas demais. Mas, esse também não é o único jeito que o aparelho pode deixar as vias aéreas prejudicadas.

Choque térmico

Outro grande inimigo da saúde e bem-estar quando falamos sobre ar condicionado, é o choque térmico. As bruscas quedas de temperatura podem deixar o organismo mais frágil e suscetível a gripes, sinusites, faringites e laringites. Caso sua saúde já esteja comprometida por alguma outra doença, o resultado pode ser ainda pior e agravar a condição com a qual esteja lidando.

Para evitar esse tipo de situação, além de não ficar tanto tempo exposto ao condicionamento do ar, é importante manter o aparelho bem limpo. E não pense que estamos falando sobre tirar pó do equipamento.

Para fazer uma limpeza adequada dos filtros e evitar que suas vias aéreas sejam prejudicadas, basta dar uma olhada no manual. Caso não seja possível realizar a higienização, é essencial buscar ajuda de profissionais aptos a isso, pois pode ser decisivo para a sua saúde.

Se você é daquelas pessoas que deixa o ar ligado até pra dormir, também é fundamental que tenha alguns cuidados a mais. Por provocar o ressecamento da mucosa e diminuir a efetividade no desempenho de sua função, ou seja, proteger o sistema respiratório de impurezas, como vírus e bactérias, umedecer o nariz com soro fisiológico antes de dormir é bem aconselhável.

Além disso, não dispensar completamente o ar natural também faz muito bem. Já que o ar fica ligado à noite, que tal deixar a casa ser naturalmente arejada durante o dia? Isso estimula a renovação do ar no ambiente, diminuindo as chances de você ficar muito exposto às bactérias acumuladas com todo o ambiente fechado.

A importância do tratamento da menopausa

Já falamos aqui no blog Saúde da Saúde sobre menstruação e como calcular o ciclo fértil, mas o que fazer quando esse processo do corpo para? Como o controle da ovulação pode apresentar diversos sintomas, é importante buscar auxílio e fazer um bom tratamento da menopausa.

Mas afinal, o que é menopausa?

Apesar do termo ser popularmente utilizado para definir todo o processo pelo qual se passa com a diminuição de hormônios, a menopausa é, na verdade, a última menstruação. Todo o conjunto de sintomas da menopausa é chamado, tecnicamente, de climatério.

Sintomas da menopausa

Por tratar-se de uma etapa natural de controle da ovulação do corpo feminino, os sinais podem se manifestar em diferentes áreas do corpo:

  • Ondas de calor no rosto, pescoço e peitoral: um dos sintomas da menopausa mais comuns, os “fogachos”, como também são conhecidos, podem vir acompanhados de vermelhidão, cansaço em excesso, sudorese, vertigens e até de alterações cardíacas;
  • Desconforto nos órgãos genitais e internos: alterações na vagina e na uretra não são raridade quando falamos sobre menopausa. As mudanças hormonais podem acarretar em incontinência urinária e ardor ao urinar, sensibilidade vaginal à dor e ressecamento, o que resulta em diminuição da libido;
  • Com a queda na produção de estrogênio, principal hormônio associado ao controle da ovulação, é comum também que sintomas psíquicos, ou seja, emocionais, façam parte dessa transição do período fértil para o não fértil. Alta irritabilidade, ansiedade e depressão podem ser parte do quadro;
  • Com a diminuição do estrogênio, as unhas, cabelos e pele também podem apresentar aspecto enfraquecido e a concentração de gordura abdominal também pode aumentar;
  • Maior probabilidade de desenvolver doenças cardiovasculares.

Todos esses sintomas, no entanto, podem ser solucionados ou, pelo menos, intensamente amenizados. Para isso, é preciso ter um bom acompanhamento do processo de controle da ovulação para que seu médico indique o tratamento da menopausa mais adequado para você.

Um dos tratamentos da menopausa mais conhecidos é a terapia de reposição hormonal. Mas atenção, saiba que essa forma não é indicada para toda mulher. Seguir orientações de seu médico é fundamental, pois também existem chances de aumentar o risco de desenvolver câncer de endométrio em alguns casos.

Outra possibilidade de tratamento para solucionar ou abrandar os sintomas da menopausa, é o uso de um composto orgânico derivado da soja, o isoflavona. Alguns estudos indicam que o derivado tem uma atuação semelhante à do estrogênio, podendo aliviar as ondas de calor.

Alimentação adequada

Como tudo que está relacionado ao nosso organismo, a alimentação desempenha um papel fundamental. No caso das alterações provocadas pela menopausa não é diferente, e os alimentos ingeridos podem ser grandes aliados nessa fase.

Além da inclusão da soja, o inhame também tem potencial para ajudar, já que é outra fonte natural de isoflavona. Mas lembre-se de sempre ter um acompanhamento de especialistas para saber as quantidades certas a serem ingeridas.

Alimentos que sejam fontes de cálcio são outros componentes importantes em uma rotina saudável para a menopausa. Como uma das possíveis consequência das alterações hormonais é a osteoporose, incluir o mineral no dia a dia pode ser decisivo para o seu bem-estar durante as mudanças.

Tomar uma boa quantidade de água também é uma medida que pode auxiliar com os desconfortos causados pelo ressecamento dos cabelos e da pele. E, claro, alimentar-se com uma boa frequência é sempre saudável, mas especialmente recomendado em momentos como esse, em que a saúde pode ser prejudicada.

Como o conforto dos hospitais pode influenciar na recuperação do paciente

Ir ao hospital por si só já é uma situação que pode causar desconforto e angústia, ainda mais quando se está com algum problema de saúde. A falta de atendimento adequado e infraestrutura agravam ainda mais essa situação, influenciado na recuperação do paciente. Por isso, é importante que os hospitais deem mais atenção a essa área, para que os pacientes possam escolher as unidades que ofereçam mais conforto.

Arquitetura humanizada

Há diversos estudos nas áreas de Arquitetura e Design de Interiores focados em garantir o conforto dos hospitais. Esses estudos se intensificaram após a publicação do livro The Science of Place and Well-Being, escrito por Esther M. Sterberg que citou uma pesquisa da década de 80 que demonstrou que pacientes que mantinham contato com a natureza durante a internação se recuperaram mais rápido que os demais.

Hoje, é um consenso que para o bem-estar dos pacientes e seus familiares, os hospitais devem estar adequados a algumas dessas normas. Os hospitais de excelência, como os membros da Anahp – Associação Nacional de Hospitais Privados, já possuem essa preocupação com a arquitetura do local, que deve ser humanizada. Para conhecer os associados, acesse o site: www.anahp.com.br

De olho nisso, desde a concepção do projeto à disposição das salas e setores, como também a escolha da decoração, são requisitos essenciais para garantir mais conforto nos hospitais. Afinal de contas, quem nunca foi a um local e se sentiu mal por conta da luz forte, ou pela decoração sombria ou pela falta de decoração? Essas características se conectam com o psicológico do paciente e, por consequência, podem interferir em seu tratamento durante a internação.

Como o ambiente influencia na recuperação

O conforto dos hospitais passa por um projeto arquitetônico que foca no aspecto humano, ou seja, que traz a ideia de um ambiente acolhedor e familiar. Apesar dessas informações serem subjetivas, podendo variar de pessoa para pessoa, há alguns parâmetros e medidas que, em geral, podem contribuir para o conforto.

Em linhas gerais, ambientes frios, impessoais e com pouca cor trazem à tona totalmente o contrário do desejável: a pessoa não se sente bem e à vontade no local. Outros fatores que devem ser eliminados nos ambientes hospitalares são aqueles causadores do estresse: luminosidade excessiva, barulho, ar condicionado muito forte e falta de privacidade. O barulho é uma questão que também merece atenção, já que pode interferir na noite de sono do paciente durante a internação e na sua recuperação física.

Já ambientes espaçosos, iluminados por uma suave luz, se possível, natural, com a presença de objetos de decoração harmoniosos e plantas irão trazer a sensação de familiaridade e de calma. O que pode contribuir para a recuperação do paciente, que muitas vezes está fragilizado.

É importante também destacar que o fluxo de circulação deve ser intuitivo e inteligente. O paciente ao se sentir confortável para transitar no hospital, encontrando os serviços sem precisar pedir por ajuda, se sentirá mais integrado e acolhido durante aquele período.

O mobiliário também merece atenção. É desejável que se fuja dos tradicionais móveis brancos de hospital e, se possível, que se escolha algo moderno e com cores, que ainda sejam claras ou brancas, mas sejam suaves e combinadas com elementos decorativos.

Dia da Síndrome de Down: a importância da conscientização

Na saúde, conscientização é uma palavra sempre bem-vinda. Com tamanha pluralidade de temas, conhecimento nunca é demais. Por isso, a data de 21 de março é marcada pelo Dia da Síndrome de Down, quando o tema é lembrado globalmente.

O que é Síndrome de Down?

Desde o começo, é bom deixar claro: engana-se quem pensa que estamos falando de uma doença. A síndrome de Down é uma mutação cromossômica e, de maneira alguma, é um fator impeditivo para que a pessoa tenha um desenvolvimento social como qualquer outra.

Como surgiu o Dia da Síndrome de Down?

A explicação para a data ter sido globalmente escolhida para exaltar mais ainda a importância da conscientização acerca da síndrome é simples, mas curiosa. Como trata-se de uma mutação nos cromossomos 21, que deveriam ser dois, mas acabam sendo 3, desde 2006 elegeu-se a data de 21/3 para ressaltar a existência e as necessidades dessa população.

Qual a importância do Dia da Síndrome de Down?

Segundo o jornal El País, só no Brasil, cerca de 300 mil pessoas têm síndrome de Down. O número é expressivo e, felizmente, adultos e crianças portadores dessa mutação não são tão estigmatizados como antes, como ressalta Matheus Ribeiro Donato, professor de informática, 33, irmão do Lucas Ribeiro Donato, 29, portador da síndrome de Down. “Hoje, não se tem um preconceito tão grande como antigamente”, conta.

No entanto, ele ressalta que a conscientização não veio de um dia para o outro. “Lembro-me de minha finada mãe me contar uma história bem triste de quando ela estava andando na rua com meu irmão no carrinho e alguns pais tampavam os olhos dos filhos para que não o vissem”, relata. Justamente por situações como essa é que o Dia da síndrome de Down é uma data tão importante. Para Matheus, a propagação do tema e de vivências como a de seu irmão são fundamentais. “Hoje, com a difusão da síndrome nos meios de comunicação, as pessoas estão mais bem informadas e mais abertas em receber, respeitar e aceitar as diferenças”, ressalta.

Para Claudia Pereira Silva, mãe de Esther, de 14 anos, também portadora de síndrome de Down, a inclusão destes indivíduos na sociedade ainda não está completa. Ela enxerga pequenas atitudes que têm sido tomadas pelas pessoas para inclui-los e que hoje eles têm mais espaço e liberdade de ir e vir, mas ainda longe do ideal. “Eu vejo que a questão da inclusão ainda está longe das pautas das escolas, por exemplo. Ainda assim, há entidades que oferecem cursos profissionalizantes aos portadores da síndrome de Down, porém a fila de espera em grandes centros é bastante longa”, conta.

Papel da família

Quando recebeu a notícia que Esther era portadora da síndrome de Down, Claudia ainda estava na cama do hospital. “A enfermeira me explicou que eles haviam notado a diferença das mãos, olhos e pés logo que ela nasceu e veio me dar a notícia com muito cuidado. Eu era educadora na época e já tinha tido alunos com síndrome de Down, então sabia o que me esperava e não foi nenhum choque”, conclui.

Mas, a aceitação ou entendimento do que é ter um filho com síndrome de Down é diferente para cada família e a propagação do conhecimento sobre a mutação genética é essencial para que os pais possam se preparar. Como destaca Matheus, “atualmente, encontra-se muita fonte de pesquisa sobre o assunto, o que auxilia a família de forma significativa”. Outros pilares para o desenvolvimento de adultos ou crianças com síndrome de Down são o “amor e dedicação de todos para seu crescimento”.

O professor também destaca a importância da educação para que as crianças com síndrome de Down se desenvolvam e sigam tendo conquistas na fase adulta: “Meus pais matricularam meu irmão quando ele tinha 1 ano de idade na APAE de Mococa, cidade vizinha à nossa, na qual ele está até hoje”.“O acompanhamento da família para ajudá-lo a vencer suas barreiras e dificuldades desde o nascimento, sendo ela seu alicerce para crescimento e bom desenvolvimento, é fundamental”, conta.

Claudia também destaca a importância do acompanhamento educacional, mas ressalta que nem sempre é fácil conseguir vaga em instituições especializadas. “A Esther sempre estudou em escolas comuns. É uma forma de estimular a inclusão dela na sociedade e de mostrar que ela é perfeitamente capaz. Claro que ela precisa de mais acompanhamento que os outros adolescentes. No caso dela, matriculamos no Kumon, ela vai começar a aprender xadrez e também tem suporte de um psicopedagogo”, explica. Segundo Claudia, a filha sabe que é diferente e reconhece quem é como ela. “Apesar disso, ela nunca me questionou, nem se sentiu mal. Só tivemos problemas com a aceitação dela em uma escola por parte das outras crianças uma vez e tivemos que mudá-la de instituição. Atualmente, ela recebe apoio e carinho dos colegas de sala e é uma criança muito feliz”.

Com base em suas vivências com Lucas, Matheus destaca algumas precauções que podem ajudar na rotina das crianças com síndrome de Down, apesar dos portadores não terem necessariamente dificuldades motoras e, portanto, não precisarem de adaptações no lar. Mas, inicialmente, vale tomar alguns cuidados:

  • Desligar o gás de cozinha;
  • Tirar o microondas da tomada;
  • Não deixar remédios ao alcance;
  • Manter o portão sempre trancado para que a criança não saia desacompanhada de um responsável;
  • Nas refeições, é interessante cortar alimentos maiores, como carnes e embutidos, para que a criança não engasgue caso não mastigue tanto a comida.

Síndrome de Down e saúde

Mesmo com todo o avanço acerca do tema, ainda há muita coisa que pode ser melhorada, entre elas está a saúde pública brasileira, que não está preparada para se adaptar às possíveis particularidades desses pacientes, de acordo com Matheus. Ele conta que já encontrou dificuldades na busca por ajuda médica, devido a dificuldade do irmão em falar o que sente. “Às vezes são necessários mais exames do que o padrão na rede pública de saúde para que se chegue a um diagnóstico correto”, explica.

Por isso, ele exalta o trabalho da APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais). “Um apoio importante continua sendo o de profissionais que possuem convênio ou parceria com a APAE (…) além das aulas, eles fornecem acompanhamento médico, odontológico, psicológico, fisioterapia, educação física, dentre outros, com profissionais bem capacitados que tratam cada aluno de maneira única”, diz.

Mas nem sempre a saúde será a principal preocupação, já que a síndrome de Down não acarreta obrigatoriamente em outras complicações. A Esther, por exemplo, não nasceu com nenhum problema mais grave e, segundo Claudia, em comparação aos outros cinco filhos, a caçula é até mais forte: “É comum crianças que choram muito quando se machucam, principalmente quando são menores. Ela nunca foi assim. Ela sente dor, claro, já chegou a chorar ao se machucar, mas passa rápido”, explica.

O importante é conhecer as peculiaridades de cada criança e estar aberto a novos aprendizados. Afinal, “assim como o portador da síndrome aprende conosco, o amor e a alegria trazidos por ele à nossa família são únicos, o que também nos proporciona um aprendizado com seus gestos e ações”, ressalta Matheus. O mesmo é destacado por Cláudia: “O mais importante na vida é fazer as coisas com amor. Eu sinto que minha filha é especial por isso, ela é amor, ela me ensina a amar diariamente. E nós, os ditos ‘normais’, às vezes nos fechamos aos sentimentos. E ela me ajuda a passar isso adiante e até a aprender a viver nesse mundo, que nem sempre é fácil”, conclui.

Como os efeitos da bebida e o cigarro prejudicam a saúde dos jovens

Duas universidades do Reino Unido conduziram uma pesquisa mostrando os efeitos da bebida e cigarro durante a juventude. Os resultados obtidos pela Universidade College London e Universidade de Bristol, apontaram que o hábito acaba enrijecendo as artérias, além de aumentarem o risco de problemas de saúde no futuro.

A saúde do jovem

Entre 2004 e 2008, a pesquisa Avon Longitudinal Study of Parents and Children (ALSPAC), reuniu dados de 14,5 mil famílias em Bristol, na Inglaterra. O estudo tenta averiguar se há o enrijecimento das artérias causado pelos efeitos da bebida e cigarro na saúde do jovem aos 13, 15 e 17 anos.

O estudo realizado para descobrir a incidência de jovens com artérias enrijecidas, também tenta mostrar quantos cigarros eles usaram na vida, bem como a idade que começaram a ingerir bebida alcoólica. O resultado mostrou que aqueles que fumaram mais de 100 cigarros na vida e tiveram contato com mais de 10 doses de álcool nos dias de consumo, possuíam um enrijecimento arterial maior.

De acordo com o responsável pelo estudo, John Deanfield, do Instituto de Ciência Cardiovascular da College London, a saúde do jovem pode ser preservada se eles pararem com o consumo de cigarro e álcool. “Descobrimos que, se adolescentes param de fumar ou beber durante a adolescência, as artérias podem ser preservadas, evitando futuros problemas de saúde”.

Marietta Charakida, uma das condutoras da pesquisa, explica que os problemas de saúde podem ser muito piores quando os dois vícios são combinados. “Ainda que os estudos mostrem que adolescentes vêm fumando menos nos últimos anos, os resultados apontam que um adolescente a cada cinco, fuma aos 17 anos. Além disso, famílias que fumam podem ter influência sobre seus filhos”.

Os diferentes consumidores adolescentes no Brasil

Uma pesquisa feita em parceria com 33 instituições, liderada pelo Ministério da Saúde e Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), abordou 75 mil adolescentes de mais de 1.250 escolas públicas e privadas. De acordo com os resultados divulgados, cerca de 18,5% (1,8 milhão) dos jovens brasileiros já fumaram cigarros entre 12 e 17 anos.

Por outro lado, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgou em 2016 o resultado de um estudo feito pela Pesquisa Nacional de Saúde Escolar, que apontou que o número de jovens que consomem bebidas alcoólicas cresceu.

O estudo revelou que 55,5% (2,6 milhões) de estudantes do fim do ensino fundamental, consumiram álcool pelo menos uma vez na vida. O dado divulgado é maior do que o do ano de 2012, que mostrou que 50,3% desses jovens já tiveram contato com a substância.

De acordo com Breno Caiafa, presidente da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular do Rio de Janeiro (SBACV-RJ), a conscientização sobre os problemas de saúde causados pelo tabaco estão em toda parte. Porém, o mesmo não ocorre com o álcool. “As campanhas dizem ‘se beber, não dirija’, mas não falam necessariamente que não é para beber. As empresas de bebidas vão continuar a fazer a campanha livremente se não forem pressionadas, como ocorreu com o fumo”, afirma.

Ainda segundo Breno Caiafa, o consumo do álcool, mesmo em pequena quantidade, “pode causar problemas de saúde, já que não deixa de ser uma droga”. O excesso, por sua vez, enrijece as artérias e aumenta as chances de um AVC.

Efeitos da bebida e do cigarro

Breno Caiafa diz que, segundo o estudo, a inflamação diminui ao parar de fumar e beber, melhorando a saúde do jovem. “Mesmo que o organismo se recupere, é perigoso abusar dessas substâncias. Caso ela esteja em estágio avançado, dificilmente irá regredir.”

De acordo com o diretor médico associado da British Heart Foundation, Metin Avkiran, é encorajador saber que os danos podem ser revertidos. “Parar de fumar é a melhor decisão que você pode tomar para proteger seu coração. Se você bebe, não faça de forma excessiva e siga as recomendações das agências de saúde”, finaliza.

Entenda seu ciclo menstrual e aprenda a calcular seu período fértil

O ciclo menstrual é caracterizado por alterações hormonais que preparam o corpo para uma possível gravidez. Durante o mês, o organismo feminino passa por diversas mudanças, resultando na menstruação ao fim desse período.

Médicos costumam usar o exemplo do ciclo menstrual com 28 dias, mesmo que ele dure normalmente entre 25 e 30 dias. Além disso, ele é dividido em duas fases principais nomeadas de fase folicular e fase lútea.

Fase folicular:

Ela normalmente dura entre 12 e 16 dias e acontece no início do período. Esse nome se dá por ser a época em que os folículos ovarianos preparam o corpo para uma possível gravidez.

Durante a fase folicular, o aumento na produção do hormônio folículo estimulante (FSH), faz com que os folículos que contêm os óvulos se desenvolvam. Estrógenos são produzidos, até que deixam de produzir FSH, dando início a fase lútea.

Fase lútea:

Quando os hormônios da mulher reduzem gradativamente no organismo, o folículo passa a produzir progesterona. Porém, se ele não for fecundado durante o período, a quantidade cai junto com os estrógenos. Esse processo geralmente dura 14 dias e, quando a gravidez não ocorre, as paredes do útero descamam, fazendo com que a mulher entre no momento da menstruação.

Mulheres que não tomam pílulas podem ter uma variável em seu ciclo menstrual. Segundo o ginecologista Pedro Monteleone, diretor clínico do Centro de Reprodução Humana Monteleone e Coordenador Técnico do Centro de Reprodução Humana Mário Covas (Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina FMUSP), o período que ocorre entre 25 a 30 dias é considerado regular. Além disso, nem todos os meses as mulheres podem ter a mesma quantidade de dias, podendo ter 28 dias em um mês e 30 no outro.

Quando consideramos o ciclo irregular?

O ciclo menstrual regular dura entre 25 e 30 dias. Quando o tempo é menor ou maior que isso, é considerado irregular. De acordo com Monteleone, esse é um processo ruim. “A fase lútea tem uma duração fixa, isso quer dizer que a pessoa com ciclo irregular tem uma ovulação muito precoce ou muito tardia. Quando ocorre, o corpo não está preparado.”

Quais as causas do ciclo menstrual irregular?

Os dois primeiros anos após a menarca (primeira menstruação) pode acabar deixando o ciclo menstrual irregular na puberdade, o que é muito comum. Outro motivo que leva à irregularidade é a pré-menopausa, que é quando ocorre a redução dos folículos ovarianos.

Outras questões de saúde estão ligadas ao ciclo menstrual irregular, como menopausa precoce, distúrbios de tireoide, estresse em excesso, pólipo endometrial e obesidade mórbida.

Calcule o seu período fértil

Para saber como calcular período fértil, é preciso saber qual a duração do ciclo menstrual. Geralmente, o primeiro dia é contado a partir da menstruação. Com essa informação, você consegue saber qual o intervalo de tempo entre o início de cada menstruação, definindo seu ciclo.

Aprenda a calcular seu período fértil:

Passo 1: Para aprender como calcular seu período fértil, comece descobrindo quanto tempo dura seu ciclo menstrual. Se os números sofrem uma variável a cada mês, é preciso monitorar por pelo menos três meses, assim você consegue ter uma média.

Passo 2: Tendo o resultado do ciclo, é preciso subtrair 14 deste número. Isso fará você descobrir o dia da sua ovulação.

Passo 3: O período fértil da mulher é o intervalo de seis dias, que acaba no dia da ovulação. No passo anterior, foi preciso definir uma data, a partir dela, conte cinco dias para trás, assim você obtém o resultado fértil.

Para simplificar, pegue o exemplo de uma mulher com o ciclo de 30 dias. Sua ovulação deve ocorrer no 16º dia e, consequentemente, tendo seu período fértil ocorrendo entre o 11º e o 16º dia do ciclo menstrual.

Já uma mulher com o ciclo menstrual de 28 dias, tende a ter sua ovulação ocorrendo no 14ª dia. Tendo isso em vista, os dias entre o 9º e 14º são os mais férteis. Em mulheres com o ciclo de 26 dias, a ovulação acontece no 12º dia, então a fertilidade estará ativa entre os 7º e 12º dias.

Período fértil com irregularidades no ciclo

Como dito anteriormente, o ciclo menstrual regular dura entre 25 e 30 dias, ainda sendo considerado normal caso a duração seja diferente nesse intervalo de tempo. O ciclo irregular pode te afetar na hora de saber como calcular o período fértil.

O cálculo, nesse caso, deve alcançar a média da duração desses ciclos. Se uma mulher oscila entre os ciclos de 27, 28 e 29 dias, por exemplo, pode-se chegar à conclusão que a média é de 28 dias de duração.

Para períodos em que a mulher deve lidar com ciclos muito longos ou curtos, deve-se procurar um especialista.

síndrome de burnout

O que causa e como tratar conjuntivite

Algumas pessoas não sabem o que causa conjuntivite ou como tratá-la. Porém, antes de arriscar fazer um tratamento caseiro para conjuntivite, é importante saber qual é o tipo da doença.

Uma das formas de entender o que causa conjuntivite, é prestar atenção na época do ano. No inverno, por exemplo, a incidência da conjuntivite viral é maior. Por outro lado, a primavera torna a alérgica mais frequente.

Descobrindo o tipo da doença, saber como tratar conjuntivite torna-se mais fácil, tendo em vista que você irá usar os métodos corretos para isso.

O que é a conjuntivite?

Ela é uma inflamação da conjuntiva, uma camada fina que reveste a parte branca dos olhos. Quando ocorre a inflamação da membrana ocular, elas tendem a ficar vermelhas, causando desconforto como irritação e coceira. Há diversas formas de se contrair a doença, além de existirem vários tipos. Porém, as mais comuns são as virais, alérgicas e bacterianas.

Entenda cada tipo de conjuntivite

A conjuntivite viral é o tipo mais comum do problema e ocorre mais no inverno. A causa está geralmente ligada ao fato do indivíduo ficar muito tempo em lugares fechados, podendo ser infectado pelo adenovírus. Quando a transmissão ocorre desta forma, a contaminação torna-se mais fácil. Colocar as mãos sujas nos olhos ou tocar a pessoa infectada, por exemplo, são apenas algumas formas de se contrair a doença.

No caso da conjuntivite alérgica, que é a segunda mais comum, a primavera é a época em que a incidência da doença é maior por causa do tempo seco, juntamente com a disseminação do pólen e poluição. Porém, é importante ressaltar que quem sofre de alergia contínua, pode ter o problema durante todo o ano, não importando a estação.

Por último, existe a conjuntivite bacteriana, que é considerada a mais rara e perigosa das três. Enquanto a doença alérgica deixa cicatrizes invisíveis a olho nu, a contraída através da bactéria pode perfurar a córnea, responsável pela proteção do olho, foco da visão e entrada de luz para enxergar as imagens.

Quais são os sintomas?

Já mencionamos anteriormente o que causa conjuntivite, porém, algumas pessoas não sabem exatamente quais são os sintomas da doença, deixando-as confusas na hora do diagnóstico.

A conjuntivite geralmente traz sintomas incômodos como coceira, sensação de areia nos olhos, visão distorcida, olhos lacrimejantes, coceira, inchaço, secreção, dor e, por fim, a vermelhidão.

No incômodo diário, algumas pessoas buscam outras maneiras de saber como tratar conjuntivite. Uma das mais comuns é o tratamento caseiro para conjuntivite, onde o indivíduo tenta diminuir o desconforto e mal estar. Porém, é importante ter em mente que há formas realmente eficazes de se cuidar e prevenir.

Como tratar e me prevenir?

A conjuntivite viral atinge, normalmente, crianças e adolescentes. Uma das formas de evitar o problema é deixando o ambiente arejado e limpo. Além disso, é bom evitar usar as mesmas coisas que as pessoas infectadas.

Em caso de contaminação, os especialistas geralmente recomendam antibióticos orais e colírios. É importante que você não faça nada sem indicação médica. O famoso tratamento caseiro para conjuntivite pode agravar a situação, então é preciso ficar atento.

Pesquisa mostra que cuidadores estão sujeitos a problemas de saúde

Cuidadores não profissionais tendem a ser mais suscetíveis no desenvolvimento de problemas de saúde. A razão: colocarem sempre o indivíduo necessitado – seja da terceira idade ou não – em primeiro lugar e deixar de lado os cuidados com a própria saúde.

Atenta a esse cenário, a farmacêutica Merck criou no Brasil (primeiro país da América Latina a receber o projeto), a iniciativa Embracing Carers, que desenvolveu uma pesquisa com o objetivo de conscientizar, debater e promover ações que atendam às necessidades dos cuidadores de idosos e outras pessoas dependentes. Além do estudo, a ação se propõe a apoiar mais políticas de conscientização sobre as demandas, incentiva demonstrações de apoio aos cuidadores nas redes sociais e conta com apoiadores globais.

A pesquisa

Como parte das ações da iniciativa, a Censuswide – empresa de consultoria e desenvolvimento de pesquisas – realizou 578 entrevistas online entre julho e agosto de 2018. A idade do público variava entre 18 e 75 anos, mas boa parte tinha de 35 a 55 anos. Os resultados revelam o quanto a função pode afetar a saúde mental dos cuidadores.

De todos os entrevistados, 53% disseram ficar cansados com mais facilidade, tendo em vista que cuidar de familiares demanda bastante disponibilidade de tempo, seja no caso de dar assistência a um bebê doente ou a uma pessoa da terceira idade. Outro número, inclusive, aponta que 46% dos cuidadores não profissionais não conseguem ir ao médico para cuidar dos próprios problemas de saúde.

Os dados sobre os cuidadores foram divulgados em 26 de setembro durante o Congresso Todos Juntos Contra o Câncer, em São Paulo. O resultado mostra que 46% dos entrevistados cuidam de seus pais doentes. Além disso, esse público passa, em média, 24 horas por semana na função de tentar ajudar os familiares com problemas de saúde.

Pessoas entrevistadas via Federal brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama, Grupar-EncontrAR, Instituto Oncoguia, Blogueiros da Saúde e Amigos Múltiplos pela Esclerose também foram consideradas para a avaliação.

A pesquisa também identificou que pelo menos 61% dos entrevistados reconhecem a necessidade de buscar auxílio para sua saúde mental em decorrência da função que desempenham.

Para auxiliar um parente com problemas de saúde é preciso estar preparado para as mais diferentes situações, entre elas está fazer um home care depois de cirurgias. Conheça mais sobre a importância dessa etapa depois de uma intervenção cirúrgica e continue acompanhando nosso blog para mais dicas sobre saúde.

Primeira edição da Revista Saúde da Saúde fala sobre Síndrome de Burnout

Está no ar a primeira edição da Revista Saúde da Saúde, totalmente digital e gratuita. Planejada com muito carinho pela equipe do nosso portal, a publicação traz matérias voltadas à informação de qualidade, com respaldo científico e que visam esclarecer sobre temas importantes do nosso cotidiano quando o assunto é saúde. A Síndrome de Bournout e os mitos e verdades sobre os cuidados com a saúde no calor são alguns dos tópicos abordados.

Síndrome de Burnout, por Fernando Gomes Pinto

Você sabe o que é Síndrome de Burnout? Basicamente, ela ocorre quando há o esgotamento mental, em sua maioria associado ao trabalho excessivo. Mas não é só isso! Na matéria de capa da Revista Saúde da Saúde, o Dr. Fernando Gomes Pinto, especialista em neurologia e chefe de equipe da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, esclarece as principais dúvidas sobre o tema em uma entrevista exclusiva.

Além de explicar como se dá o diagnóstico da síndrome, o especialista também fala sobre os sintomas, como as pessoas ao redor podem ajudar, como é o tratamento e muitas outras questões envolvendo o assunto. Imperdível!

Dengue 

A primeira edição da nossa revista de saúde também fala de um problema mais do que atual e gravíssimo no Brasil: a dengue. Em épocas quentes, os casos da doença se multiplicam e todo cuidado é pouco. Na matéria, falamos sobre os principais aspectos da dengue e, claro, o principal: como prevenir!

Mitos e verdades: saúde 

O contato com o limão sob o sol mancha mesmo a pele? Entrar na piscina ou mar após comer faz mal à saúde? O calor diminui o apetite? Não se pode fazer tratamentos estéticos em dias de sol? Essas e outras questões são respondidas na matéria sobre mitos e verdades da saúde em períodos de calor.

Como se cuidar nesses dias quentes?

Todo brasileiro já está acostumado com as altas temperaturas do nosso clima. Porém, isso não significa que estamos sempre preparados. Por isso, uma das matérias da revista traz justamente os principais cuidados que as pessoas devem ter em épocas de calor.

Revista Saúde da Saúde indica

Quem nunca se pegou pesquisando sobre bons livros de saúde para se informar e ficou perdido no meio de tantas opções? Pensando nisso, a revista SDS traz algumas dicas de publicações sobre alimentação saudável, tratamentos naturais e dicas para usar melhor o seu cérebro. Além de uma seleção de filmes sobre superação e saúde que você vai adorar!