Qual a diferença entre herpes, afta e “sapinho”?

Dor, incômodo e constrangimento. Tanto a herpes quanto a afta e o famoso “sapinho” são inconvenientes que aparecem quando a gente menos espera – e por a boca ser um local delicado, quase nunca sabemos como resolver rapidamente em casa.

O fato é que esses probleminhas carregam muitos sinais, podem ter várias causas, sintomas atrelados e cuidados especiais. Por isso, se você tem ou já teve algum deles, é importante saber a diferença entre herpes, afta e “sapinho”.

Para evitar essas doenças, existem alguns cuidados diários que você pode incluir na rotina como prevenção, alimentação completa e diversificada, hidratação, manter as mãos sempre limpas e também uma boa higiene bucal.

No caso do aparecimento de algum sinal na boca, esteja preparado para identificar e tomar as primeiras providências. Mas sempre lembrando que procurar um médico é essencial, levando em conta que em alguns casos até antibióticos são prescritos para não agravar quadros de infecção, por exemplo.

Anote essas nossas dicas para não confundir mais aquela sua “visitinha” na boca:

Herpes bucal ou herpes labial

Um dos gatilhos para a manifestação da herpes labial ou herpes bucal é a exposição solar intensa (por isso, recomenda-se o uso de protetor labial), baixa imunidade do organismo, estresse, cansaço físico e mental, além de vigência do período menstrual.

Infelizmente, não existe cura para esse tipo de herpes, o que pode ser feito é o uso de antivirais orais e pomadas específicas para inibir a replicação do vírus, tempo e intensidade dos sintomas.

Aftas

Aftas são inflamações pequenas e brancas cercadas por uma área avermelhada. Não são contagiosas e aparecem, principalmente, na mucosa (lado de dentro da boca).

São comuns e recorrentes, de causa incerta, e podem inclusive desaparecer sozinhas. Apesar disso, médicos alertam para fatores como estresse, alergias, cigarro e até tendências genéticas. Para amenizar, pomadas analgésicas e enxaguantes antissépticos podem ser usados.

“Sapinho” ou candidíase

Aqui, o caso é de infecção fúngica, causada por cândida albicans. Branca, amarelada ou avermelhada nas superfícies úmidas da boca, é comum em quem está com o sistema imunológico debilitado, geralmente por alguma doença. Também pode acometer recém nascidos e pessoas que usam dentadura. Remédios contra fungos podem ser usados para controlar a situação quando a doença for incurável ou inevitável.

Envelhecer com saúde: 5 dicas fundamentais para cuidar do corpo e da mente

A população idosa cresceu 17% nos últimos cinco anos e chegou a 30 milhões de idosos em 2017, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. A projeção é que em 2060 essa população quase duplique, subindo para 58,2 milhões. Esse grande aumento deve-se à preocupação das pessoas em envelhecer com saúde e se cuidar cada vez mais, melhorando os hábitos de vida.

Uma das chaves para a longevidade é o envelhecimento saudável, e, para alcançar isso, é preciso ter diversos cuidados durante toda a vida.

1) Alimentação equilibrada

Antes de tudo, uma alimentação saudável é fundamental na prevenção de doenças, além de ajudar a aumentar a expectativa de vida das pessoas. Existem diversas doenças crônicas que são determinadas, em parte, por fatores de risco ligados à alimentação, como por exemplo as doenças vasculares do coração e cérebro, a diabetes mellitus, a hipertensão e a dislipidemia.

Um dos grandes segredos para evitar essas doenças e alcançar um envelhecimento saudável é o equilíbrio. Por isso, lembre-se: dietas radicais são inadequadas e perigosas. É importante frisar que qualquer dieta, principalmente aquelas voltadas para a perda de peso, devem ser indicadas por um nutricionista.

2) Pratique atividades físicas

Além da alimentação equilibrada é importante sempre estar ativo e praticar atividades físicas. Dentre elas estão a musculação, danças, lutas, corridas e até mesmo caminhadas, que são mais tranquilas. Qualquer pessoa pode praticá-las, cada um no seu tempo e intensidade, sempre consultando um especialista da área para guiar nesse momento.

3) Check-ups regulares

Estar com a saúde em dia é essencial para manter o corpo e mente saudáveis. Acompanhar a situação em que o corpo se encontra e assim entender o que ele necessita, se está faltando alguma vitamina ou se você está com alguma doença desconhecida até então. Faça visitas regulares ao médico e realize check-ups, assim você cuidará melhor do seu corpo e estará no caminho para envelhecer com saúde.

4) Cultivar laços familiares

Para manter uma mente saudável é sempre bom cultivar e manter laços com familiares e amigos. De vez em quando precisamos conversar e encontrar pessoas para relaxar, descontrair e aliviar um pouco a mente. Faz bem manter pessoas especiais por perto e compartilhar bons momentos.

5) Evite o estresse

O estresse pode desencadear diversas doenças e também deixar pessoas mais tristes, chegando até no estado de depressão. Tente sempre tirar um dia para relaxar e deixar os problemas de lado. Os hobbies podem ser uma alternativa nessa hora para deixar a mente mais quieta e saudável, sendo um refúgio para o bem-estar mental.

Agora, é só colocar em prática desde já e colher os resultados para envelhecer com saúde.

Saúde infantil – 7 motivos para você vacinar seus filhos

Manter o calendário de vacinação em dia pode ser um desafio para alguns pais. O ato de vacinar seus filhos é algo a ser feito a fim de evitar doenças graves, como a poliomielite, catapora e pneumonia. Doenças essas que, se atingirem as crianças pequenas, podem levá-las a óbito.

 

As vacinas que seguem o calendário do Programa Nacional de Imunizações, são geralmente indicadas pelo Ministério da Saúde e, consequentemente, dadas gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS).

 

Há vacinas disponíveis apenas na rede privada. Para este público, a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), também possuem um calendário de vacinação.

 

Embora possam existir efeitos colaterais de vacina, é importante imunizar os filhos mais novos. Por isso, separamos 7 motivos para você prevenir seus filhos com a vacinação.

1 – Seus filhos ficarão seguros das doenças graves

 

Vacinar os filhos, segundo o Ministério da Saúde, é a melhor opção na prevenção de doenças graves. Cerca de 2 a 3 milhões de mortes anuais são evitadas e erradicadas pela vacina, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS).

2 – Vacinas seguras e efetivas

 

Embora existam efeitos colaterais da vacina, é preciso ficar ciente de que elas são testadas e aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária  (ANVISA). Às vezes o local da picada pode ter vermelhidão, bem como o surgimento de outros sintomas, como febre. Porém, ao vacinar os filhos, há o aumento do sistema imunológico das crianças, prevenindo-as de doenças graves.

3 – Vacinação é importante para a proteção coletiva

 

Para manter-se em dia, é sempre bom ficar de olho no calendário de vacinação. Se você quiser manter toda a família protegida, a vacinação coletiva é importante, evitando que a doença se espalhe para outras pessoas. Porém, é preciso ficar atento, pois alguns bebês e crianças possuem alergia a determinadas vacinas.

4 – Autismo não é causado pelas vacinas

 

Em 1998, um autor publicou na revista Lancet que vacinar os filhos causava autismo. Porém, foi descoberto que o mesmo havia manipulado os dados inseridos no arquivo, tendo seu registro médico cassado e o artigo removido da revista. Ou seja, o autismo não se inclui em riscos ligados aos efeitos colaterais da vacina.

5 – A criança não terá seu sistema imunológico sobrecarregado

 

Ao contrário do que alguns pais pensam, os bebês e crianças não terão seu sistema imunológico sobrecarregados com muitas vacinas. Elas contêm apenas uma fração dos antígenos do dia a dia, não causando nenhum tipo de malefício.

6 – Meningite Meningocócica é uma das doenças graves que pode ser prevenida por vacinas

 

A meningite meningocócica é uma infecção bacteriana das membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal, podendo causar sequelas, além de levar a óbito. Embora vacinar os filhos seja a forma mais efetiva de prevenção, evitar aglomerações e manter ambientes limpos ventilados, também são eficazes.

Na rede privada, você consegue vacinar-se contra a doença causada pelos sorogrupos A, C, W e Y, e pode ser dada em crianças de até 2 meses. Na rede pública, o grupo C recebe a vacina gratuitamente, porém, apenas menores de 5 anos e adolescentes de 11 a 14 anos podem recebê-la.

É válido ressaltar que 10% dos adolescentes também podem portar a bactéria, e mesmo não desenvolvendo a doença, tornam-se transmissores através da saliva.

7 – O Ministério da Saúde faz a recomendação de vacinas gratuitas

Como dito anteriormente, o calendário de vacinação que o Ministério da Saúde divulga, conta com campanha gratuita no Sistema Único de Saúde (SUS). Dentre as vacinas disponíveis temos o de Hepatite B, BCG, Meningite C e outras.

7 dicas para aproveitar o Carnaval sem ter problemas

O Carnaval é o feriado mais esperado do ano! Quem gosta, fica contando os dias para ele chegar e cair na folia. Quem não gosta, aproveita a data para descansar e se isolar. Mas, no final, todo mundo aproveita.

No bloquinho ou na avenida, só quem abusa é que acaba estragando a festa. Quando acontecem os excessos, o que era para ser um momento de alegria vira um problema. Para que isso não aconteça com você (nem com seus amigos), listamos algumas orientações do médico João Geraldo Simões Houly, diretor técnico do Hospital Santa Paula.

1 – Mantenha-se hidratado

É preciso estar atento a isso. É uma época de muito calor, então beber água pelo menos de duas em duas horas é essencial. O recomendado, vale lembrar, é ingerir no mínimo dois litros de água por dia (exceto pacientes com restrições médicas). E água mesmo, ok? Sucos e bebidas alcoólicas não contam!

2 – Prefira alimentos leves

Sempre tenha em mãos barrinhas de cereais para garantir a alimentação de duas em duas horas também; em dias muito quentes, a tendência é a pressão arterial cair, o que pode ocasionar enjoo, tontura e desmaios. Já imaginou passar mal no meio do bloquinho? Não queremos isso para ninguém.

3 – Não exagere no álcool

O consumo excessivo de álcool (ou a mistura de destilados com fermentados) pode acabar com a sua festa, a da turma e ainda causar ressaca no dia seguinte. Em casos extremos, é possível desenvolver pancreatite em apenas um dia de muito excesso, por causar um edema que impede a drenagem do pâncreas.

4 – Use protetor solar

A exposição ao sol em horários inapropriados é a principal causa do câncer de pele, o mais comum no país. Por este motivo, o protetor solar deve fazer parte da rotina do folião, retocando a cada duas horas, assim como o uso de chapéus e camisetas.

5 – Não segure o xixi por muito tempo

Algumas fantasias dificultam a ida ao banheiro. Como muitos foliões ficam horas preparados para entrar na avenida, a dica é ir ao banheiro antes de se vestir. Para quem está no bloquinho, ou atrás do trio, procure banheiros químicos ou estabelecimentos que estejam disponibilizando seus espaços para isso. Evite reter urina por longos períodos, porque, além do desconforto, favorecem as infecções urinárias e formações de cálculos.

6 – Escolha bem quem vai beijar

Normalmente trocamos em torno de 250 bactérias e alguns vírus quando beijamos alguém. Portanto, é preciso ter cautela para prevenir doenças como a mononucleose, conhecida como “doença do beijo”. Trata-se de uma doença viral com sintomas parecidos com os da gripe: febre alta, dor ao engolir, tosse, cansaço, falta de apetite, dor de cabeça, entre outros.

7 – Carregue camisinhas com você

É a época do ano em que os brasileiros mais aproveitam para paquerar e o sexo pode acontecer sem ter sido planejado. E a camisinha ainda é o método mais eficaz tanto no controle da gravidez quanto na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis.

Segundo o Ministério da Saúde, no Brasil, somente os casos de HIV/AIDS em jovens de 15 a 24 anos cresceram 85% nos últimos 10 anos. A maior ocorrência dos casos de HIV no país é nos homens entre 15 e 39 anos, representando 73% dos casos.

HPV, Sífilis, Gonorreia, Herpes Genital, Hepatites virais (B e C) e HIV são algumas das mais comuns e exigem cuidado e conscientização por parte de todos. Sobre isso, a ginecologista da Rede Mater Dei de Saúde, Anna Dias Salvador Levindo Coelho, lembra que nem sempre essas infecções manifestam sintomas: “Em alguns casos, os pacientes podem permanecer assintomáticos por toda a vida. No entanto, a transmissão por meio de relações sexuais pode acontecer e é necessário se prevenir”, explica.

Combinado? Então é só cair na folia e compartilhar as dicas com os amigos!