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5 cuidados com a pele no outono que seu rosto precisa

Considerada uma das estações mais charmosas do ano, o outono é marcado pelas temperaturas mais amenas e agradáveis. Por outro lado, com a transição do verão para o inverno, os termômetros baixam, transpiramos menos e também é comum tomarmos banhos mais quentes. Com isso, há uma tendência à pele ressecada. Assim, a pele no outono merece alguns cuidados especiais para se manter saudável e bonita. Selecionamos cinco cuidados que a pele do seu rosto precisa durante o outono. Confira.

1 – Alimente-se de forma adequada

A saúde da pele começa pela boca. Uma alimentação saudável e equilibrada faz parte dos cuidados com a pele. De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), é importante ingerir com frequência legumes, hortaliças, frutas, além de castanhas, nozes e amêndoas que são ricas em vitamina E, selênio e antioxidantes, aliados importantes para uma pele saudável e bonita. A ingestão de pelo menos dois litros de água também é de suma importância para evitar o ressecamento da pele.

2- Mantenha a limpeza do rosto em dia

A higiene da pele do rosto é muito importante para evitar o acúmulo de oleosidade e resíduos de maquiagem, poeira e poluentes que podem causar cravos e espinhas, além do envelhecimento precoce. Por isso, a pele no outono deve ser lavada duas vezes ao dia, de manhã e à noite, com sabonetes específicos. Para peles secas e normais, os produtos líquidos com pH neutro são recomendados.

Já para peles oleosas a mistas, o ideal é optar por sabonetes adstringentes para remoção das impurezas e desobstrução dos poros. Além disso, não é recomendado dormir com maquiagem no rosto. É importante removê-la utilizando demaquilantes específicos e a limpeza pode ser complementada com o uso de tônicos que retiram os resíduos das impurezas da pele.

3- Hidrate-se

Manter a hidratação da pele ajuda na manutenção do viço, além de garantir a proteção cutânea contra o ressecamento, envelhecimento precoce, irritações e até infecções. Por isso, a pele no outono deve receber hidratantes apropriados para cada tipo e região do corpo, sem esquecer dos lábios que costumam ressecar bastante. Segundo a SBD, mesmo quem tem pele oleosa deve se hidratar com cremes “oil free”.

4 – Cuidados com a esfoliação e temperatura do chuveiro

É importante evitar os banhos quentes e demorados, além da esfoliação e dos sabonetes em uso excessivo. Esses fatores podem alterar a composição do manto hidrolipídico, um hidratante natural produzido pelo próprio organismo que protege a pele contra o ressecamento.

5 – Proteja-se do sol

Mesmo durante os dias nublados, é necessário usar protetor solar, já que a radiação ultravioleta (UV) atravessa as nuvens. A exposição ao sol em excesso pode causar diversas alterações na pele que comprometem tanto a estética quanto a saúde como um todo, causando tumores malignos como o melanoma. Por isso, é importante escolher protetores solares adequados para o rosto com fator de proteção (FPS) 30 ou maior. O produto deve ser aplicado ainda em casa e reaplicado a cada duas horas, se houver transpiração excessiva ou exposição solar prolongada. A quantidade recomendada pela SBD é de uma colher de chá rasa para o rosto e três colheres de sopa para o corpo.

5 – Atenção às doenças de pele

Durante as temperaturas mais frias, algumas doenças podem aparecer por conta do ressecamento da pele, como a dermatite seborreica e atópica. Os principais sintomas da dermatite seborreica são descamação da pele, causada pela desregulação da produção sebácea. Já a atópica é caracterizada pela intensa coceira. A qualquer sintoma dessas doenças, é importante procurar a avaliação de um médico dermatologista, que irá recomendar uma série de cuidados com a pele, que podem incluir o uso de medicamentos tópicos e orais.

O que é Transtorno de Estresse Pós-Traumático?

Passar por situações que não são exatamente como queríamos, é algo que acontece com todos. Mas quando situações passam de desagradáveis para trágicas, os traumas psicológicos e emocionais podem resultar em um Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT).

É claro que uma situação que traumatiza alguém a ponto de causar complicações psicológicas, não necessariamente causará os mesmos efeitos em outras pessoas. Mas, algumas vivências têm maiores chances de causar um impacto negativo na saúde mental, como situações de violência (aqui, entram momentos que vão desde um assalto, até guerras) e situações de abuso físico ou psicológico.

Sintomas do Transtorno de Estresse Pós-Traumático

O Transtorno de Estresse Pós-Traumático está no extenso guarda-chuva de manifestações da ansiedade e pode acontecer em qualquer idade. Seja por situações de violência urbana vividas por adultos ou situações de abuso físico e sexual experienciadas por crianças, o TEPT causa sintomas que são divididos em três grupos:

  • Revivência do trauma: refere-se aos quadros que incluem flashbacks, pensamentos intrusivos e pesadelos sobre o momento em que os traumas psicológicos aconteceram;
  • Esquiva: neste grupo estão os portadores de TEPT que veem seus traumas emocionais interferirem de forma mais direta em sua vida social, pois trata-se do isolamento buscado por alguns pacientes a fim de evitar situações que desencadeiam ou engatilham lembranças da situação traumática;
  • Hiperexcitabilidade psíquica e psicomotora: grupo que sente de forma física o TEPT, através de sintomas como taquicardia, sudorese, insônia, distúrbios de concentração e intenso estado de alerta.

Tratamentos

Não são apenas situações individuais que causam as complicações psicológicas, inclusive, nem sempre somos os personagens principais da razão do nosso trauma. Ao presenciar momentos de ameaça à vida e ao psicológico de pessoas queridas, por exemplo, o TEPT também pode se desenvolver. Testemunhar violências muito fortes com outras pessoas, não necessariamente próximas a você afetivamente, também pode desencadear o problema.

Essa é uma das maiores preocupações em casos de tragédias. Acontecimentos como os rompimentos de barragens nas cidades de Mariana e Brumadinho, no estado de Minas Gerais, chamaram a atenção da sociedade para a necessidade de abordagens científicas para amenizar os traumas emocionais e psicológicos causados nos sobreviventes.

O essencial em casos de situações que marcam tão negativamente a vida de alguém, é buscar a psicoterapia. Não é em todos os casos que os próprios pacientes levam os indicativos a sério, por serem de ordem psicológica e emocional. Mas quanto antes o quadro for diagnosticado, melhor será para manter a saúde mental em dia.

Só terapia funciona?

Em alguns casos, sim. Em outros, não. Assim como a origem de traumas psicológicos é algo relativo e com uma série de variáveis de acordo com a personalidade de cada pessoa, a resposta a tratamentos também.

Por isso, combater o Transtorno de Estresse Pós-Traumático com a ajuda de medicamentos pode ser necessário. Neste caso, costuma-se usar antidepressivos e ansiolíticos, mas sempre combinados com a psicoterapia.

É de extrema importância que as pessoas em dificuldade mental façam um bom acompanhamento psicológico, pois a TEPT não é a única doença que pode surgir através de traumas emocionais. A depressão e o próprio transtorno de ansiedade generalizada também podem indicar reflexos de situações que deixaram lembranças incômodas.

Se você está sentindo alguns desses sintomas, não deixe de procurar um médico. Caso já tenha passado por situações traumáticas na vida, busque ajuda, pois elas podem interferir na sua vida mesmo anos depois do acontecido.

O que é esclerose múltipla? Saiba reconhecer sinais da doença

De tempos em tempos, algumas condições de saúde ganham muito espaço na grande mídia, especialmente quando acometem pessoas famosas. É o caso da esclerose múltipla, que muitos ouviram falar pela primeira vez através da atriz Cláudia Rodrigues.

Apesar da grande repercussão e toda comoção causada, muitos ainda não sabem ao certo o que é esclerose múltipla. Por isso, a condição ainda é cercada de alguns mitos.

O que é esclerose múltipla?

As causas do problema de saúde ainda não são completamente conhecidas, mas trata-se de uma doença crônica e autoimune. Ou seja, a esclerose múltipla é um problema que faz com que os mecanismos de defesa de um organismo ataquem partes do corpo.

No caso, o sistema nervoso é a região fragilizada, já que é uma doença neurológica. O organismo se volta contra os neurônios, causando inflamações na área que resultam nos surtos de esclerose.

O que é um surto de esclerose múltipla?

Muitos relacionam a palavra “surto” com episódios de descontrole psicológico, mas nos casos característicos do quadro que define o que é esclerose múltipla, o surto é a manifestação da doença. Os sintomas da esclerose múltipla são variados, pois a doença crônica age com certa peculiaridade em cada organismo, mas alguns sintomas são muito comuns.

Alterações na visão como enxergar embaçado, dificuldade para identificar cores, perda temporária da visão, alterações na frequência urinária, formigamentos duradouros nas pernas ou apenas de um lado do corpo, podem fazer parte do quadro.

Algumas habilidades motoras também podem sofrer com a doença crônica, além da existência de tremores, que podem compor o diagnóstico. Com o avanço da esclerose múltipla, há a possibilidade dos movimentos serem completamente comprometidos e muitos portadores chegam à dependência de cadeiras de rodas, mas é uma consequência que não faz parte de todos os quadros.

A condição de saúde ainda é cercada por alguns mistérios. Complexa, sua cura, por exemplo, ainda não foi descoberta. Com isso, alguns mitos popularizaram-se e podem ser prejudiciais para que o diagnóstico seja feito antes do avanço.

Mitos e verdades

  • A esclerose múltipla é muitas vezes dita uma doença rara, mas em 2017 já estimava-se que mais de 3 milhões de pessoas eram portadoras da doença. Em 2014, a doença também foi identificada como a segunda causa de incapacidade neurológica em jovens, segundo a Federação Internacional de Esclerose Múltipla;
  • A doença não afeta só mulheres, como muitos pensam, ainda que seja mais comum entre elas;
  • Apesar dos surtos mais intensos ocorrerem, geralmente, entre 20 e 40 anos, pode se manifestar em qualquer idade, até mesmo na infância;
  • A esclerose não causa demência necessariamente. Alguns pacientes podem apresentar maior lentidão intelectual, mas não é algo visto em todos e, quando identificado no início do problema, a reversão pode ser feita;
  • Não trata-se de uma doença que se mostra progressiva em todos os casos, isso varia de paciente para paciente;
  • Algo curioso, é que a incidência da condição é maior em pessoas caucasianas, principalmente quando vivem em áreas de clima temperado.

Como a doença de Parkinson muda o dia a dia de uma pessoa?

Por afetar tantas tarefas, das domésticas às profissionais, e ser uma doença degenerativa, progressiva e ainda sem cura, o mal de Parkinson é o medo de muita gente quando o assunto é o envelhecimento. Mas os tremores ocasionados pela doença, apesar de serem um dos mais lembrados sintomas do Parkinson, não são os principais.

Sinais do mal de Parkinson

A redução da agilidade nos movimentos corporais é o mais comum dos sintomas do Parkinson. Mas um fator dificulta que esse indicativo seja notado: os mais afetados são pessoas idosas, que naturalmente apresentam maior lentidão nos movimentos, em comparação com outras fases da vida.

Como detectar a doença o mais rápido possível aumentam as chances de controlar o mal, é importante ficar atento aos sinais. O enrijecimento muscular e a dificuldade para manter uma postura de forma constante também são parte do quadro indicativo de Parkinson.

Ter atenção ao próprio corpo e seus movimentos é fundamental para que o diagnóstico seja feito antes que a condição avance. Por apresentar somente indícios clínicos, os sintomas do Parkinson muitas vezes podem passar despercebidos ou serem associados a outras condições. No caso de Ney Pereira Alves Pereira, 69, o primeiro sinal de que era parkinsoniano foi a tremedeira:

“Começou a tremer quando eu ficava em repouso. Eu estava vivendo uma situação tensa de perda de um animal, separação da mulher. 2009, 2010 e 2011 foram bem fortes, muita mudança. Eu ficava deitado, à noite, a mão esquerda começava a tremer sozinha, isso em 2008, e uma lentidão também, um arrastar nos pés. Eu fui tratado primeiro como tendo tremor essencial, aí depois que se configurou o Parkinson”.

Físico reflete no emocional

Apesar de desencadear uma série de manifestações físicas, a doença de Parkinson não abala apenas as habilidades motoras dos portadores. Como as tarefas mais corriqueiras como abotoar uma camisa e passar um café passam a demandar muito esforço ou se tornam inviáveis, o emocional também pode ficar fragilizado.

“Esse período de 2008 até 2011, foi muito tenso. Eu bebia, me separei, não tinha lugar pra ficar… Aí, no final de 2011, eu fui para o sul de Florianópolis, na pousada de um amigo, e aí as coisas foram entrando num eixo muito bom”, conta Ney.  

A vida social e profissional também podem passar por mudanças após os primeiros sintomas do Parkinson. Por ser causada, principalmente, pela morte de células cerebrais, é uma doença degenerativa e progressiva e pode comprometer habilidades requisitadas para a atuação profissional, assim como impossibilitar atividades sociais antes vistas como simples.

“Eu fui me equilibrando novamente [em Santa Catarina], porque eu também fui perdendo a capacidade de trabalhar, mas lá em Santa Catarina, as coisas foram muito boas”, declarou.

Tem tratamento

Apesar de já ter sido relatada pela primeira vez há mais de 200 anos, a doença de Parkinson ainda não teve uma cura descoberta. Mas as esperanças não podem ser perdidas, pois existem tratamentos para suavizar os sintomas.

As opções variam entre abordagens com remédios, cirurgia ou tratamentos psicológicos. Aqui, é fundamental que o portador aceite que tem a condição e, assim, prossiga para os tratamentos que seus médicos julgarem mais adequados. É possível combinar abordagens tradicionais com tratamentos alternativos também, como mostra a trajetória de Ney em busca de amenizar os sintomas.

“Hoje, estou fazendo fonoaudiologia, faço fisioterapia também, no Hospital das Clínicas, e vou começar a fazer um trabalho no instituto Lucy Montoro. São técnicas de reabilitação, com um fisiatra, uma equipe de psicólogos, tudo: terapia ocupacional, artística… Parece que é bem bom. No dia a dia ajuda, a medicação segura, né? Acalma os sintomas. A maior parte dos meus dias, parece que eu não tenho nada. Até quando eu vou na consulta do HC eu penso ‘poxa, eu não tenho nada’, porque tem gente que tem muito tremor, descontrole, cinesia. Comigo isso não acontece, eu tenho mais freezing, que é o congelamento. Por conta disso, eu quase rompi o tendão de Aquiles, mas estou em tratamento, estou usando uma bota ortopédica agora”, relata.

Mesmo encontrando tanta força para seguir recomendações médicas e, ainda, procurar alternativas, o entrevistado destaca que nada disso seria possível sem apoio de pessoas próximas. Tanto amigos, quanto filhos e até a ex-mulher, dão um suporte que para Ney é fundamental:

“Se não fosse a família e os amigos, realmente seria duro segurar isso. Porque você tem que conviver com uma sentença, né? Você tem uma doença degenerativa, não tem cura e é progressiva. Mas eu acredito que a gente pode reverter isso (…) Teve um médico que me disse assim: ‘Ney, você vai morrer com 112 anos com o Parkinson e não de Parkinson’, achei legal”, conta.

Como a higiene dos dentes afeta nossa saúde?

Que a higiene dos dentes é importante, você já deve saber. Até porque, quem não quer ter um belo sorriso como cartão de visitas? Mas, a importância de ter gengivas e dentes saudáveis vai muito além de dentes brancos e hálito fresco.

A limpeza dos dentes pode influenciar diretamente na saúde de todo o organismo. E não estamos falando apenas de grandes problemas, não. Até mesmo uma cárie mal tratada pode gerar complicações para o resto do corpo no futuro.

A importância de manter os dentes saudáveis é tanta que as doenças desencadeadas por maus hábitos na higiene bucal vão desde problemas respiratórios até dificuldades cardíacas. Isso acontece porque as bactérias acumuladas na região não ficam concentradas apenas ali, elas se espalham para outras partes do corpo através da corrente sanguínea.

Entre as complicações mais sérias que a falta de uma adequada limpeza dos dentes pode causar, está, por exemplo, a infecção da válvula cardíaca. Quando as bactérias que se proliferam na boca atingem o sistema vascular, elas podem chegar no tecido cardíaco. Sem um cuidado apropriado, a condição pode evoluir e causar insuficiência cardíaca e também renal.

Periodontite

Um dos maiores perigos ao organismo é a periodontite. Trata-se de uma doença inflamatória que atinge as gengivas e os ossos da boca e evolui rapidamente, causando dores intensas, encolhimento da gengiva e perda dos dentes.

A preocupação se dá porque, além da seriedade das consequências bucais da periodontite, ela pode afetar definitivamente as células da boca. Assim, o risco de câncer é ainda mais elevado, já que as substâncias produzidas pelas bactérias da doença também podem ser cancerígenas.

Câncer de boca

Outro grande alerta que se acende com a má higiene dos dentes é o do câncer de boca. A doença atinge desde os lábios, passando pelo céu e assoalho da boca, até a língua. Apesar do risco ser maior no caso de fumantes e alcoólatras, a doença não deve ser descartada, então é preciso manter os dentes saudáveis para também precavê-la.

Além das doenças que são provocadas diretamente pela falta de limpeza dos dentes, algumas condições podem ser agravadas pelas bactérias. É o caso da diabetes e do Papilomavírus humano, o HPV.

A prevenção aos males, no entanto, é fácil: mantenha uma rotina de limpeza bucal e dentária. Basta seguir todas as recomendações que ouvimos desde a infância. Como bons conselhos nunca são demais, veja abaixo como manter sua boca sempre limpa:

  • Escove os dentes pelo menos duas vezes ao dia. Não tenha pressa, pois é preciso que a escova passe por cada canto da sua boca; 
  • Use uma escova de dentes adequada para sua arcada dentária. Consulte seu dentista sobre o tamanho ideal; 
  • Utilize fio dental diariamente. É importante que você sempre use uma parte limpa para cada dente; 
  • Enxaguantes bucais com flúor também reforçam a higiene dos dentes, mas não devem substituir a escovação ou o fio dental; 
  • Vá ao dentista, pelo menos, a cada seis meses; 
  • Tenha cuidado com o armazenamento da sua escova também, sempre guardando ela seca e não deixando que passe dos três meses de uso; 
  • Evite o contato de áreas mais expostas, como as mãos, com a boca. Hábitos como roer unhas podem impactar diretamente na limpeza e saúde dos dentes.

Como escolher os melhores exercícios para perder peso?

Não é de hoje que ouvimos falar sobre os benefícios de exercitar-se. Além de ativar o corpo e proporcionar mais energia, são uma ótima ferramenta no combate aos perigos do sobrepeso e todos os males que ele causa. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), pelo menos 300 milhões de pessoas no mundo são obesas. Por isso, divulgar os melhores exercícios para perder peso é uma necessidade de saúde.

A obesidade nada mais é do que o intenso acúmulo de gordura, condição que afeta tanto adultos quanto crianças. Mas considerando só os maiores de 18 anos, por exemplo, a obesidade no Brasil já afeta cerca de 18,9% das pessoas, de acordo com dados do Ministério da Saúde divulgados pela revista Veja em junho de 2018.

A dificuldade de adultos para perder peso é um dos alertas da OMS, uma vez que identificaram que a obesidade em pessoas já desenvolvidas aumenta em cenários diferentes, ou seja, tanto em países desenvolvidos quanto em áreas em desenvolvimento. Mas como lutar contra esse vilão? Como prevenir a obesidade?

Todo tipo de corpo pode se beneficiar da prática de atividades físicas, mas, para isso, é preciso analisar as necessidades do seu físico e objetivos. Se você é obeso ou obesa e está em busca de se livrar de alguns quilos, a melhor dica é apostar no fortalecimento da musculatura e dos ossos.

Músculos mais resistentes

Para revigorar os músculos, além da clássica musculação, algumas outras opções podem ser bons caminhos. A hidroginástica, por exemplo, além de ajudar no processo, não é uma atividade de tanto impacto, evitando outras complicações físicas.

Como falamos, a clássica musculação também é uma boa forma de revigorar o corpo. A prática dessa atividade auxilia na aceleração do metabolismo e, automaticamente, na perda de gordura acumulada. Mas atenção, é importante ter muito cuidado com a postura, já que a prática inadequada da musculação pode impactar negativamente nas articulações.

Atenção às articulações

As articulações são, inclusive, uma das grandes preocupações quando falamos em melhores exercícios para perder peso. É preciso ter muito cuidado e acompanhamento de especialistas nas atividades praticadas, pois as complicações causadas pela sobrecarga de peso em uma articulação podem ser várias e você, certamente, vai querer evitar isso na sua rotina para combater ou prevenir a obesidade.

Andar é uma atividade que muitos se identificam, mas também é necessário ter alguns cuidados no caso de sobrepeso. Se você está começando a prática, tenha consciência disso e não desrespeite os limites do seu corpo. Não invista em uma rotina de exercícios tão intensa, pois, durante caminhadas, as articulações sofrem maior pressão do que o normal e o resultado não será nada bom. Por esse mesmo motivo, corridas não são a melhor indicação para combater ou prevenir a obesidade, já que o impacto pode ser até três vezes maior do que o sentido durante caminhadas.

A verdade é que pessoas com sobrepeso ou obesidade podem fazer qualquer exercício físico, desde que adaptado às suas necessidades. Leve em conta essas dicas para sempre encontrar a melhor alternativa para você. Por isso, é fundamental sempre contar com o acompanhamento de especialistas, que vão poder analisar com cuidado cada caso e orientar as atividades escolhidas.

Outono: veja quais doenças respiratórias merecem atenção

O tempo muda e, com ele, a saúde também. Quem nunca se viu doente ou, pelo menos, mais vulnerável depois da troca das estações? Com a chegada do outono, não é diferente e a saúde merece atenção, especialmente, em relação às doenças respiratórias.

O outono é o período já conhecido pelo aumento de doenças do tipo. Segundo o  Serviço de Controle de Infecção Hospitalar e Qualidade Assistencial do Sabará Hospital Infantil, alguns problemas respiratórios merecem mais atenção durante a estação, como gripes e bronquiolites.

A fim de averiguar a proporção da expansão dessas doenças respiratórias, o hospital analisou alguns painéis virais e os resultados mostraram a proporção do crescimento desses problemas de saúde.

Dos 48 painéis virais analisados durante um mês, 96% das amostras carregavam agentes respiratórios, ou seja, corpos prejudiciais ao nosso bem-estar. Alguns tipos de gripes e vírus causadores de bronquiolites se destacaram no levantamento:  

Vírus Sincicial Respiratório (VSR)

Um dos vírus mais comuns durante a estação do outono, o Vírus Sinovial Respiratório pode causar até uma pneumonia e é uma das maiores causas de internação de bebês. O Hospital Infantil Sabará identificou que, de fevereiro para março, a presença do agente respiratório aumentou quase 100%. Do total de 74 amostras coletadas, 36% apresentaram resultado positivo para o vírus.

Influenza A e B (gripe)

Para os testes rápidos de detecção de influenza, durante o mês de março foram coletadas 89 amostras. O resultado que se viu foi um aumento de 14% nos resultados positivos, quando comparamos com os testes realizados no mesmo período dos anos de 2018 e 2017.

Dengue

O verão acabou, mas a dengue, não. Apesar de ser uma doença muito associada à estação mais quente, é durante o outono que os picos de contágio costumam acontecer. Nos testes feitos pelo Hospital Sabará em março de 2019, o aumento de dengue foi de 2,6% quando comparamos ao mês que antecedeu a pesquisa. Mas a instituição alerta que ainda podemos prever aumento de casos suspeitos durante abril.

Claro que às doenças respiratórias são uma preocupação que todos devemos ter, mas atenção especial às crianças nessa temporada, já que os problemas respiratórios podem ser mais impactantes para o organismo ainda menos desenvolvido. Se você não sabe por onde começar os cuidados para essa estação, veja algumas dicas abaixo:

  • Comece sempre pelo básico: higienização das mãos! Use água e sabão e esfregue por pelo menos 20 segundos ou higienize frequentemente as mãos com álcool gel;

  • Vacinação: deixe as crianças em dia com o calendário de imunização e dê a vacina da gripe anualmente para toda a família. A vacina trivalente será oferecida no Sistema Único de Saúde (SUS), a partir do dia 10 de abril. Ela pode proteger contra os vírus influenza A, H1N1, H3N2 e influenza do tipo B. Na rede particular, a vacina já está disponível. Neste caso, é oferecida também a vacina tetravalente, que protege contra os mesmos grupos da trivalente e ainda o tipo B Yamagata;

  • Limitar a exposição dos pequenos a lugares com muita gente, com outras crianças e a qualquer pessoa com resfriado. Deixe-as em casa se estiver doente e ensine a cobrir a boca em caso de tosse e espirro;
  • Desinfetar objetos e superfícies regularmente em casa e evite expor as crianças à fumaça de cigarro;

  • Amamentação: o leite materno tem anticorpos que previnem e lutam contra infecções.

  • Algumas crianças com alto risco para desenvolver doença grave pelo VSR, como prematuras e com problemas cardíacos, podem se beneficiar do uso do palivizumabe, que é um anticorpo específico, que reduz o risco de adoecimento pelo VSR. Converse com o seu pediatra sobre isso.

Mentiras no consultório médico: quais as mais contadas?

Não é difícil ouvir por aí que mentiras são inerentes às relações humanas. Quem nunca fez um drama, por exemplo? Ou disse que estava bem quando não era a realidade? Bem, mas quando isso ultrapassa relações sociais e chega ao consultório médico, o prejudicado pode ser você mesmo.

A transparência entre médicos e pacientes é fundamental para o desenvolvimento de tratamentos adequados e efetivos para cada caso. Mas, na prática, nem sempre funciona assim.

Segundo o médico Breno Figueiredo Gomes, clínico geral na Rede Mater Dei de Saúde, geralmente é a insegurança que motiva mentiras ou omissão de informações nas consultas. Ele ainda revela quais são os assuntos que pacientes mais costumam distorcer ou esconder: “As principais que a gente nota são alimentação, quando comem mal ou comem muito doce e não contam; dizer que estão tomando o remédio corretamente, quando na verdade, não estão – muito comum no caso de remédio para pressão, por exemplo. Às vezes você não tá sentindo nada, então pode ser difícil lembrar todo dia”. Mas, esses não são os únicos assuntos em que a verdade passa longe:

Número de parceiros sexuais

Hoje em dia, alguns assuntos são discutidos com bem mais naturalidade do que antigamente. Mas, em muitos casos, falar sobre sexo ainda pode ser um tabu, inclusive no consultório médico.

“Têm algumas doenças sexualmente transmissíveis que o médico só vai suspeitar se o paciente tiver um fator de risco, como múltiplos parceiros. Então, é importante [falar a verdade]”, explica Breno. No entanto, o especialista destaca que  “muitas das vezes, a questão da mentira ou omissão é falta de confiança no médico.”

“Se ele não tem segurança no médico, o paciente não vai falar. Tem que partir de nós [médicos] também criar um ambiente seguro para o paciente se abrir. E para isso, tem que ter tempo”, comenta Breno, ao destacar que essas situações podem ser evitadas pelos próprios profissionais, pois acredita que “a partir do momento que a pessoa tem confiança no médico, ela não vai mentir.”

Linguarudos

E quando os seus próprios familiares te entregam? Muita gente que decide mentir para o médico passa por isso. Neste quesito, Breno destaca mentiras em relação ao hábito ou vício em cigarros, bebida ou outras substâncias:

“A bebida é bem comum [de ser omitida ou escondida], mas geralmente quem desmente são os familiares. Com cigarro, é a mesma coisa. Muitos falam que estão fumando um cigarrinho por dia, mas na verdade é um maço inteiro. Esses são os principais”, conta. E o resultado pode ser o “impacto em exames” e a não identificação de possíveis complicações. No caso do cigarro, por exemplo, o médico ressalta a importância da transparência ao alertar: “O paciente que é tabagista pesado, o risco de tumor aumenta muito”

Insegurança ou má fé?

Apesar de acreditar que um ambiente amistoso para confissões pode ser a solução para o problema das mentiras no consultório, o diretor clínico explica que há exceções, como no caso de pacientes que forjam sintomas para conseguir atestados:

“Acontece muito, principalmente em pronto-socorro. Por diversos motivos, por não querer trabalhar ou querer emendar o feriado, por exemplo, os pacientes inventam sintomas”, conta. E quando os sintomas não são específicos, os médicos ficam de mãos atadas quando o assunto é pegar a pessoa mentirosa “no pulo”.  “Se eu falar pra você que estou com dor de cabeça, com náusea, vomitando… Não tem como o médico provar o contrário.”

Um dos perigos desse tipo de situação, é quando os pacientes chegam até mesmo a serem medicados no atendimento, com remédios intravenosos, para conseguirem o documento que “teoricamente não é falso, mas é conseguido em condições de má fé do paciente”, opina Breno. “É mais soro, e os remédios que utilizamos, como analgésico e remédios para náusea, que não têm grandes efeitos colaterais. Claro que se for usar algum outro remédio, tem os riscos. Às vezes, o paciente pode ter reação ao medicamento indicado”, destaca.

Confie e seja confiável

Deu pra ver que é muito importante ser transparente no consultório médico, não é? E para desenvolver uma relação de confiança com o médico, é importante também fazer a sua parte. “É fundamental que o paciente passe as informações corretas para o médico receitar uma medicação adequada. Eu preciso do histórico clínico, por exemplo, para dar um tratamento adequado. A partir do momento que a pessoa for ao médico, tem que contar tudo que ele perguntar.”

Então, procure um médico de confiança e sempre deixe ele a par da sua saúde e procedimentos que esteja fazendo, como destaca Breno: “Se você tem um médico de confiança, acompanhe com ele. Não importa se é um clínico ou outra especialidade, acompanhe com ele.”

Dia Mundial de Conscientização da Epilepsia: você realmente conhece o transtorno?

No dia 26 de março é comemorado o Dia Mundial de Conscientização da Epilepsia – também chamado de Purple Day. A data exalta a importância de desestigmatizar o transtorno que, no mundo, afeta 50 milhões de pessoas, ou seja, uma em cada 100 pessoas.

O que é epilepsia?

A epilepsia é uma doença de ordem neurológica. Ela produz descargas elétricas anormais no cérebro, causando crises epilépticas ou convulsões, uma vez que as descargas, além de irregulares, ocorrem de maneira excessiva. A origem pode ser congênita, isto é, presente desde o nascimento, ou adquirida por meio de traumatismos cranianos, infecções, uso excessivo de álcool e drogas, etc.

Apesar das formas de desenvolvimento da epilepsia serem conhecidas, em 50% dos casos a causa é desconhecida. Mesmo com cerca de 70% dos casos serem facilmente controlados, ainda existe muito preconceito e falta de informação sobre o assunto, daí nasce a importância de uma data como o Dia Mundial de Conscientização da Epilepsia.

Ataque epiléptico

As formas que a epilepsia se manifesta no corpo são várias. O transtorno pode, por exemplo, afetar a coordenação motora e causar alterações da consciência, da sensibilidade ou sensoriais.

Segundo a neurologista do Hospital Santa Paula, Luciana Rodrigues, “a manifestação clínica vai depender da área do cérebro” que é afetada. “Por exemplo, crises da área motora do braço se manifestam com movimentos repetitivos do membro superior; crises do lobo temporal se manifestam com alterações da consciência e movimentos sutis de boca e mãos; já crises da área da visão se apresentam com fenômenos visuais e oculares”, explica.

Outro conhecido sintoma de epilepsia são as convulsões. Mas é importante lembrar, especialmente no Dia Mundial da Conscientização da Epilepsia, que nem toda pessoa epiléptica sofre com esse sintoma.

No entanto, é fundamental acabar com mitos sobre as crises de convulsão, como a crença de que ela seja transmissível. Veja alguns cuidados necessários:

Para quem sofre da condição:

  • Ambientes com carpetes são mais seguros, pois diminuem o impacto em caso de queda. Se você mora com mais pessoas, evite trancar a porta de espaços como o banheiro e o quarto para facilitar os primeiros socorros, caso necessário;
  • Não se limite: interaja de forma plena em todas as atividades escolares ou do trabalho;
  • Pratique esportes e atividades de lazer com os amigos;
  • Evite entrar no mar ou na piscina sozinho, porque, em caso de crise, existe o risco de afogamento;
  • Não fique em lugares altos sem grade ou proteção;
  • Não manuseie máquinas que possam feri-lo no caso de perda da consciência;
  • Lembre-se que a crise, na maioria das vezes, é inofensiva. É a alteração da consciência ou a queda que podem levar a acidentes com consequências graves.

Para auxiliar alguém em crise:

  • Coloque a pessoa deitada e retire objetos que possam lhe machucar de perto. A área ao redor deve ficar livre;
  • Deixe a pessoa se debater. Não a segure, não dê tapas, não jogue água ou qualquer outra substância líquida;
  • Coloque um objeto macio, como uma almofada, travesseiro ou até roupas, debaixo da cabeça da pessoa, para que não bata no chão com os movimentos ou abalos;
  • Não insira nenhum objeto na boca do paciente. Geralmente, a mordedura da língua ocorre logo no início da crise, por isso, é desnecessário tentar interferir, além de poder engasgar quem está em crise;
  • Levante o queixo para facilitar a passagem de ar e vire a pessoa para o lado. Limpe toda a saliva ou sangue que sai pela boca para que ela permaneça seca, facilitando a entrada de ar e evitando a aspiração de sangue ou saliva.
  • Afrouxe as roupas da pessoa;
  • Crises com duração maior que cinco minutos ou que se repetem em um intervalo de cinco minutos sem que o paciente recupere a consciência, devem ser tratadas como emergência. Nesses casos, chame uma ambulância.
  • É normal ocorrer sonolência após a crise.

Tratamentos para Epilepsia

A Epilepsia não tem cura, mas existem abordagens de tratamentos que podem ajudar a pessoa diagnosticada a manter o transtorno sob controle. Mas é importante saber que o tratamento não deve visar apenas o controle dos sintomas, mas também a melhora da qualidade de vida do paciente. “Na maioria dos casos, o indivíduo é capaz de trabalhar e levar uma vida normal”, afirma Luciana.

De acordo com a neurologista, houve um avanço importante nas últimas duas décadas em relação ao tratamento, tanto através de medicamentos, quanto em caso cirúrgico. Ela destaca que os remédios utilizados atualmente se dão melhor com o organismo humano, o que reduz consideravelmente os efeitos colaterais que podem ser causados. Esse é um importante avanço nos tratamentos para Epilepsia, já que a maioria dos casos são tratados por medicamentos orais.

Nos casos em que tomar os remédios não proporcione o controle do transtorno, intervenções cirúrgicas podem ser indicadas. Mas é fundamental ter cuidado nesta etapa, pois os critérios para chegar a essa abordagem são rigorosos e incluem exames especializados como avaliação neurofisiológica (eletroencefalograma, por exemplo), exames de imagens e avaliação neuropsicológica.

“Um desses exames é a monitorização por vídeo-eletroencefalograma. Neste exame o paciente é internado em uma unidade hospitalar e monitorizado continuamente para detectar e caracterizar o início e o tipo de crise. É com essa investigação minuciosa que a equipe multidisciplinar, formada pelo neurologista, neurofisiologista, neurocirurgião, psicólogo, radiologista e assistente social, decidirá a conduta cirúrgica”, conclui a especialista.

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Os efeitos do ar condicionado na saúde

O ar condicionado pode ser uma maravilha na vida de muitas pessoas, afinal, quem não gosta de acertar a temperatura como bem entende? No entanto, estar sempre debaixo daquele ar gelado e diante de tantas quedas de temperatura nem sempre é positivo para a saúde.

Seja no transporte público, dentro do carro ou no ambiente de trabalho, é comum estarmos sujeitos a passar um bom tempo sob bruscas quedas de temperatura causadas pelo ar condicionado.

Além disso, sempre ouvirmos falar sobre qualidade do ar, mas geralmente o termo é usado para se referir ao ar de ambientes externos e não relacionados aos aparelhos que tanto refrescam as ondas de calor. Mas, quem nunca sentiu o nariz mais seco quando o ar está ligado em um ambiente fechado?

A umidade relativa do ar é diretamente afetada pelo condicionamento feito em locais fechados e ela impacta justamente na saúde de todos que respiram aquele ar. Como esse tipo de recurso retira umidade do ar para causar a queda de temperatura, ter cuidado para que ele não fique seco demais é sempre uma boa pedida.

Como aumentar a umidade relativa do ar?

A dica é aumentar a umidade relativa do ar através da maior disponibilidade de água no ambiente. Ou seja, ter alguma fonte de vapor, ou um balde de água no cômodo, ter plantas em cômodos próximos (mas não nos mesmos) e ter uma toalha molhada próxima a você, são algumas dicas para aumentar a oferta de umidade no local onde o aparelho estiver sendo usado.

Assim, é possível evitar uma série de desconfortos, como irritação na garganta e no nariz por conta das áreas ficarem secas demais. Mas, esse também não é o único jeito que o aparelho pode deixar as vias aéreas prejudicadas.

Choque térmico

Outro grande inimigo da saúde e bem-estar quando falamos sobre ar condicionado, é o choque térmico. As bruscas quedas de temperatura podem deixar o organismo mais frágil e suscetível a gripes, sinusites, faringites e laringites. Caso sua saúde já esteja comprometida por alguma outra doença, o resultado pode ser ainda pior e agravar a condição com a qual esteja lidando.

Para evitar esse tipo de situação, além de não ficar tanto tempo exposto ao condicionamento do ar, é importante manter o aparelho bem limpo. E não pense que estamos falando sobre tirar pó do equipamento.

Para fazer uma limpeza adequada dos filtros e evitar que suas vias aéreas sejam prejudicadas, basta dar uma olhada no manual. Caso não seja possível realizar a higienização, é essencial buscar ajuda de profissionais aptos a isso, pois pode ser decisivo para a sua saúde.

Se você é daquelas pessoas que deixa o ar ligado até pra dormir, também é fundamental que tenha alguns cuidados a mais. Por provocar o ressecamento da mucosa e diminuir a efetividade no desempenho de sua função, ou seja, proteger o sistema respiratório de impurezas, como vírus e bactérias, umedecer o nariz com soro fisiológico antes de dormir é bem aconselhável.

Além disso, não dispensar completamente o ar natural também faz muito bem. Já que o ar fica ligado à noite, que tal deixar a casa ser naturalmente arejada durante o dia? Isso estimula a renovação do ar no ambiente, diminuindo as chances de você ficar muito exposto às bactérias acumuladas com todo o ambiente fechado.

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