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Como os idosos devem se proteger do novo coronavírus, e como os mais jovens podem ajudá-los

Os idosos estão entre as pessoas mais vulneráveis ao novo coronavírus. Isso não significa que apenas eles se contaminam, mas que há maior possibilidade de desenvolverem a forma mais grave da doença. E por que isso acontece? Como os idosos podem se proteger? E como os mais jovens podem ajudá-los? 

A coordenadora médica da S.O.S Vida, Patrícia Espiño, explicou essas e outras questões importantes nesta entrevista ao portal. Confira: 

Porque o novo coronavírus é mais perigoso para os idosos? Quais as idades com maior risco?

Patrícia Espiño: Podemos elencar dois principais aspectos que justificam o maior cuidado com os idosos em relação ao coronavírus. O primeiro é o declínio gradual da função do sistema imune. Sabemos que o sistema imune passa, com o decorrer do tempo, a reduzir sua atividade, propiciando aparecimento e desenvolvimento de infecções – algumas delas ditas como “oportunistas”. Nos idosos, o número de glóbulos brancos (leucócitos) encontra-se reduzido ou com atividade reduzida, e são estas células as responsáveis pela defesa do nosso organismo contra patógenos (bactérias, vírus, fungos, etc). No caso do coronavírus, está acrescido o fato de que ele pode também danificar as células do sistema imune, deixando os idosos em situação ainda mais vulnerável.

O segundo fator é a presença de doenças crônicas. Assim como o sistema imune, outros sistemas vão apresentando alterações nas suas funções e, com isso, há uma maior prevalência de comorbidades – como hipertensão arterial, diabetes e hipotireoidismo. Esses fatores são indicadores de maior debilidade da pessoa e esse fato acarreta em casos de infecções mais graves; assim como obesidade e sedentarismo. 

Segundo o CDC (Centers for Disease Control and Prevention), as pessoas com idade maior ou igual a 65 anos estão mais suscetíveis à infecção pelo Covid-19, mas também se destacam outros grupos como: habitantes das chamadas Instituições de Longa Permanência; pacientes com doença pulmonar crônica ou asma moderada-grave; doenças cardiovasculares; câncer e condição de imunodeficiência; obesidade (Índice de Massa Corpórea maior que 40); ou presença de certas condições médicas, particularmente se não foram controladas, como diabetes mellitus, doença renal crônica ou doença hepática.

Apesar de o grupo suscetível descrito pelo CDC ser de maiores de 65 anos, o Ministério da Saúde define como grupo de risco pessoas acima dos 60 anos, e aquelas com doenças crônicas, como diabetes e doenças cardiovasculares.

Os efeitos do vírus só são mais grave nos idosos?

Patrícia Espiño: A gravidade do vírus está ligada à mortalidade relacionada ao patógeno. Entretanto, como os idosos estão mais suscetíveis, temos mais óbitos nessa população. Mas não devemos atribuir a este grupo todos os casos mais graves, uma vez que também há descrição de óbito entre as outras faixas etárias.

Quais medidas de prevenção devem ser tomadas pelos idosos?

Patrícia Espiño: Assim como toda a população, devem adotar as medidas orientadas pelo Ministério da Saúde e pelo CDC, que são:

  • Distanciamento social – evitar aglomerações e fazer viagens
  • Lavagem das mãos com água e sabão frequentemente
  • Manter distância de outras pessoas quando em ambiente externo
  • Evitar contato próximo com pessoas que estejam doentes
  • Limitar o tempo de exposição em público – procurar sair de casa apenas para compra de suprimentos (alimentação e itens de saúde/higiene) 

 Como os mais jovens e familiares podem ajudar?

Patrícia Espiño: Os idosos estão mais suscetíveis a quadros de depressão e ansiedade e, nesse período, podemos ter um aumento significativo desses casos. Sendo assim, o período de isolamento social deve ser alicerçado pela família para menor impacto.

Algumas sugestões:

  • Utilização de tecnologia: muitos idosos não possuem grande habilidade com uso de tecnologias, mas sabemos que as ferramentas de videochamadas podem viabilizar a troca de informações entre familiares, preservando o contato.
  • Estímulo à atividade física dentro de casa: além de favorecer saúde física, também propicia uma ambientação social. Durante o período de isolamento, devemos estimular a manutenção das atividades dentro do ambiente, com orientações de alongamento.
  • Alimentação saudável: manter-se informado e aproveitar para se alimentar de forma mais saudável e com mais consciência. Nesse sentido, os familiares podem realizar compras online ou solicitar delivery de alimentos com maior valores agregados – dar preferência a frutas e legumes e reduzir a ingestão de sal, açúcar etc.
  • Interação constante : é importante que as rotinas sejam mantidas e é importante que as chamadas telefônicas sejam frequentes para acompanhar qualquer alteração clínica nos idosos e tomar medidas necessárias.

É importante lembrar que o distanciamento social não significa isolamento, pois hoje entendemos que é imperativa a união entre as pessoas e que precisamos buscar meios sábios de interagir, justamente pelo elevado risco de depressão e ansiedade dentro dessa população.

A doença se manifesta da mesma forma nos idosos? Quais são os sinais de possível infecção que podem ser observados?

Patrícia Espiño: A apresentação clínica é semelhante nas faixas etárias. Entretanto, o que se observa é a maior gravidade dos sintomas quando presente em idosos. Os sinais mais frequentes são: febre, tosse e dificuldade de respirar.

Quando é necessário levar o idoso ao hospital ou atendimento médico?

Patrícia Espiño: A presença de sinais de alerta para Covid-19 devem ser considerados em todas faixas etárias, sendo eles:

  • Dificuldade de respirar (dispnéia)
  • Persistência de dor torácica
  • Alteração do nível de consciência ou sonolência
  • Lábios e extremidades das mãos e pés azulados (cianose)

Esses são os principais aspectos, mas sempre é importante entrar em contato com seu médico em caso de dúvida. 

Se o idoso estiver infectado, quais os cuidados necessários?

Patrícia Espiño: Nos casos de diagnóstico, seguir as orientações do Ministério da Saúde:

  • Quarentena, com isolamento domiciliar;
  • Uso de máscara, se estiver tossindo ou espirrando, para evitar transmitir o vírus para outras pessoas;
  • Distância entre moradores: manter distância mínima de um metro entre o paciente e os demais moradores da casa;
  • Adequação de espaço domiciliar, mantendo as janelas abertas para circulação do ar, a porta fechada durante todo o isolamento e a limpeza frequente da maçaneta com álcool 70% ou água sanitária;
  • Itens de uso pessoal: o lixo produzido pelo paciente contaminado precisa ser separado e descartado; todos os itens usados pelo paciente – como toalhas de banho, garfos, facas, colheres, copos e outros objetos – não devem ser compartilhados; os móveis da casa precisam ser limpos frequentemente com água sanitária ou álcool 70%.

Em quanto tempo os sintomas podem aparecer após a infecção pelo coronavírus?

Patrícia Espiño: Os sintomas podem aparecer entre o 2º e 14º dia após exposição – tempo baseado no período de incubação dos vírus da família COVID.

Cuidado com pacientes oncológicos durante pandemia de Covid-19

Sem imunidade e sem vacina contra o novo coronavírus, toda a população está exposta e suscetível a contrair a doença. Mas alguns grupos estão ainda mais vulneráveis, como é o caso de pessoas em tratamento contra o câncer e que, por conta disso, têm seu sistema imunológico abalado.

O superintendente e diretor médico do A.C. Camargo Cancer Center, Victor Piana, esclarece que a rotina imposta à população nesse momento muito se assemelha à qual os pacientes oncológicos já estão habituados e que, agora, é necessário apenas redobrar a atenção. Decisões sobre rotina de tratamento devem ser tomadas junto ao médico e visitas ao pronto-socorro devem ocorrer exclusivamente se houver presença de sintomas típicos da Covid-19, como a falta de ar. O especialista também chama a atenção para o fato de que alguns pacientes oncológicos, devido à sua condição, podem não apresentar febre.

Confira a entrevista completa:

Qualquer paciente oncológico pode ser considerado parte do grupo de risco?

Victor Piana: Pacientes oncológicos, em geral, são considerados grupo de risco e demandam de mais cuidados e atenção. E os pacientes em vigência de quimioterapia, em especial os oncohematológicos e transplantados, são mais vulneráveis que os demais.

Frente à pandemia do Covid-19, um tratamento quimioterápico deve ser mantido ou há caminhos alternativos?

Piana: O sucesso do tratamento oncológico depende de muita disciplina. A sobrevida específica do paciente com câncer depende da aderência ao plano terapêutico, e os intervalos de tempo para início ou entre as fases do tratamento são muito importantes. Então, a recomendação é que os pacientes não interrompam o tratamento. O ideal é que conversem com seus médicos e juntos decidam qual caminho seguir neste momento.

Pacientes oncológicos, devido à imunossupressão causada pelas terapias, devem adotar medidas mais rígidas para se proteger?

Piana: A rotina dessas pessoas já é bem criteriosa. Então, não há novas recomendações. Apenas reforçamos a importância de evitar aglomerações, lavar as mãos, evitar contato com pessoas doentes etc. Como são rotineiramente informados da sua vulnerabilidade, sempre estiveram sob os cuidados de higiene e isolamento que toda a população está sujeita neste momento.

É possível realizar o tratamento em casa, para evitar o deslocamento e, portanto, o contato com outras pessoas?

Piana: O tratamento oncológico envolve um conjunto de possibilidades, mas cada tipo de câncer utiliza especificamente algumas destas opções. Nesse momento de pandemia, sempre que for possível, o uso de medicamentos orais deve ser indicado, ao invés de infusão. Mas nem todos têm essa alternativa. Então, nossa recomendação é de que continuem seguindo o que já foi proposto por seus médicos e que evitem aglomerações e contato com outras pessoas.

Pacientes oncológicos que estiverem com sintomas ligados ao coronavírus devem procurar o pronto-socorro imediatamente?

Piana: O pronto-atendimento, principalmente nesse momento de pandemia, traz riscos aos pacientes oncológicos pela potencial convivência com outras pessoas com sintomas gripais. Assim, quem estiver com sintomas gripais leves (tosse, coriza, dor de garganta) não precisa ir ao pronto-atendimento. Mas é necessário ficar atendo à progressão dos sintomas e reavaliar todos os dias. Se surgir febre acima de 37,8º C, dor ao respirar ou falta de ar, o paciente oncológico deve procurar avaliação médica, incluindo o pronto-socorro se necessário. É importante lembrar também que, pelas condições desse paciente, pode ser que ele não desenvolva febre.

COVID-19: Hospital Sírio-Libanês divulga informações sobre o tema

6 de março, 2020

Desde a confirmação do primeiro caso de COVID – 19 no Brasil, os hospitais vêm atuando de maneira efetiva na disseminação de boas práticas para o enfrentamento do vírus.

Referência em saúde internacional, o Hospital Sírio-Libanês criou uma página em seu site exclusiva sobre o tema, em que reúne uma série de informações sobre a doença.

O conteúdo do site é atualizado diariamente pela instituição e conta ainda com um informativo que o hospital preparou sobre o COVID-19, confira abaixo:

O que são coronavírus?
Os coronavírus são uma grande família de vírus, já em circulação no Brasil, causadores de resfriados comuns, além de outras doenças mais graves como a Síndrome Aguda Respiratória Severa (SARS) e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), que causaram epidemias nos anos de 2004 e 2012, respectivamente. O novo coronavírus foi denominado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como SARS-CoV2, e a doença por ele causada, COVID-19.

Qual o risco de contrair o novo coronavírus?
O risco depende se você viajou nos últimos 14 dias para áreas de circulação sustentadas pelo novo coronavírus. Também estão em maior risco de aquisição da doença aqueles que tiveram contato próximo de casos confirmados. Se este é seu caso, e se você apresenta sintomas respiratórios, siga as informações fornecidas por órgãos competentes, como Ministério da Saúde, e de seu médico. Se você não viajou para estes países, a chance de se infectar atualmente é baixa.

Como é transmitida a doença?
O principal meio de transmissão é entre pessoas, ou seja, ao tossir ou espirrar, pessoas infectadas expelem gotículas que contém o vírus. Essas gotículas podem contaminar superfícies e objetos. Outras pessoas podem se infectar ao tocar nesses locais contaminados, levando suas mãos aos olhos, nariz ou boca.

Quais são os sintomas?
Os sintomas são semelhantes a uma gripe, principalmente respiratórios, como por exemplo: febre, tosse e dificuldade para respirar. Na maioria dos casos, os pacientes apresentam sintomas leves ou moderados, mas há casos graves e até fatais. Os mais vulneráveis parecem ser pessoas idosas (acima de 60 anos) ou com doenças pré-existentes.

Existe exame para o diagnóstico do novo coronavírus?
Sim. Há um exame denominado Reação da Polimerase em Cadeia (PCR), que detecta o novo coronavírus. O resultado é fornecido em até 48 horas. Neste momento, este exame é indicado para pacientes que apresentem sintomas respiratórios como febre e tosse, e que retornaram de viagem internacional nos últimos 14 dias.

Estou sem sintomas, mas viajei para áreas de risco. O que devo fazer?
Pacientes que não apresentam sintomas não precisam realizar exames, e devem permanecer atentos para ocorrência de febre e sintomas respiratórios.

O que posso fazer para me proteger da doença?

  • Higienizar as mãos com frequência, com solução alcoólica ou com água e sabão, especialmente depois de tossir ou espirrar.
  • Cobrir o nariz e a boca, antes de tossir ou espirrar, com lenço descartável ou com o antebraço.
  • Evitar contato direto com pessoas que apresentem sinais de infecção respiratória.
  • Não compartilhar utensílios pessoais como copos e talheres.
  • Evitar tocar nos olhos, nariz e boca.

Há tratamento específico para o novo coronavírus?
Não há tratamento específico para o novo coronavírus. O tratamento do paciente com suspeita ou infecção confirmada é baseado no controle de sintomas, e tem como objetivo dar suporte clínico ao paciente.

O isolamento hospitalar é indicado para casos suspeitos ou confirmados?
Sim, com base em critérios clínicos. Os casos confirmados ou suspeitos do novo coronavírus que não internam deverão permanecer em isolamento domiciliar, com acompanhamento regular

Quais são os cuidados em domicílio?
Casos suspeitos ou confirmados do novo coronavírus devem permanecer em cômodo privativo, bem ventilado, mantendo distância dos demais familiares, além de evitar o compartilhamento de utensílios domésticos. Atentar-se para a importância da higienização das mãos

Por quanto tempo uma pessoa fica isolada?
O isolamento deve ser mantido enquanto houver sinais e sintomas clínicos. Casos de coronavírus suspeitos, que forem descartados laboratorialmente, independentemente dos sintomas, podem ser retirados do isolamento.

Para mais informações, acesse: https://www.hospitalsiriolibanes.org.br/coronavirus/Paginas/coronavirus.aspx

COVID-19: Hospital Santa Virgínia divulga informações sobre o tema

3 de março, 2020

O novo coronavírus (Covid-19) já atinge 47 países, entre eles, o Brasil (caso registrado em São Paulo, em 26 de fevereiro). De acordo com o Ministério da Saúde, enquadram-se em casos suspeitos pessoas que apresentarem febre e mais um sintoma gripal, como tosse ou falta de ar, e tiveram passagem pela Alemanha, Austrália, Emirados Árabes, Filipinas, França, Irã, Itália, Malásia, Japão, Singapura, Coreia do Sul, Coreia do Norte, Tailândia, Vietnã e Camboja, além da China, nos últimos 14 dias.

Veja abaixo mais informações sobre o coronavírus e saiba como se prevenir desta infecção respiratória.

Novo Coronavírus: BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo reuniu informações sobre o tema

2 de março, 2020

Mitos e verdades

O novo coronavírus, identificado na China e já detectado em alguns países, é motivo de atenção das autoridades de saúde pelo mundo.

No dia 26 de fevereiro, o Ministério da Saúde anunciou o primeiro caso confirmado no Brasil. Trata-se de um homem de 61 anos que voltou de viagem da Itália e, depois de alguns dias, procurou um serviço de saúde com sintomas respiratórios.

Como esse é um assunto de bastante repercussão, preparamos informações importantes para que você se mantenha sempre atualizado. Confira abaixo:

O coronavírus é um vírus novo?
Embora o tipo desse vírus seja considerado novo, ele vem de uma família de coronavírus identificada pela primeira vez na década de 1960.

Álcool em gel mata o vírus?
Sim, o álcool funciona. Entretanto, não tem um efeito duradouro e, por isso, é recomendado que as pessoas lavem as mãos ou usem o álcool em gel muitas vezes ao longo do dia.

Há relação entre tomar chá de erva-doce várias vezes ao dia e impedir a doença?
Não há comprovação científica nessa recomendação.

Vitamina C reforça a imunidade?
Não há estudos que comprovem a eficácia da vitamina C na prevenção de infecções. Em excesso, inclusive, ela deixa a urina ácida, o que pode causar a formação de cálculos renais em pessoas predispostas

Todo contato físico é um risco?
Esse vírus não se propaga tão facilmente como o do sarampo. Mesmo sendo menos contagioso, é importante saber que ele é transmitido pelo ar, de pessoa para pessoa, ou por contato com superfícies contaminadas.

Há alimentos que impedem o organismo de ser afetado ou que reforcem a imunidade?
Nenhum alimento tem o poder de impedir que alguém seja infectado nem é capaz de reforçar a imunidade a ponto de combater um vírus. Ter uma alimentação balanceada e hábitos saudáveis é bom para a saúde de forma geral.

Meus amigos disseram que um medicamento específico, indicado para tratar e prevenir a gripe, pode ajudar. É verdade?
Estudos estão sendo feitos para verificar a eficácia de medicamentos utilizados contra a gripe em conjunto com outros. Ainda não há evidências de que isso irá funcionar contra o novo coronavírus.

Se eu tomei as vacinas contra a gripe, estou protegido?
Tomar as vacinas é muito importante, mas são vírus diferentes. Por isso, a vacina contra a gripe não protege contra o coronavírus.

Há algum risco de que animais de estimação espalhem o vírus?
Não. Mesmo na China, onde o vírus está circulando, não se sabe de casos em que animais domésticos tenham sido responsáveis pela transmissão do vírus.

Existem doenças ou condições que tornam algumas pessoas mais vulneráveis ao vírus?
Sim. Idosos, pessoas com a imunidade comprometida e portadores de doenças crônicas, como câncer, doenças cardíacas e pulmonares graves, têm maior risco de ficarem doentes.

Existe risco ao receber correspondência ou pacote vindos da China?
Fique tranquilo, esse risco não existe. Como o vírus não sobrevive muito tempo fora de um organismo vivo, é seguro receber cartas ou pacotes vindos da China.

Usar soro fisiológico várias vezes para limpar as narinas pode evitar a infecção?
Não. O soro é usado para umidificar as narinas e trazer alívio de sintomas como coriza ou obstrução nasal, mas sua fórmula não traz nenhum tipo de componente que tenha atividade contra o vírus.

Desinfetantes vendidos em supermercados podem ajudar a limpar o ambiente e evitar esse vírus?
Sim, eles ajudam a manter o ambiente limpo e podem eliminar o vírus.

Tomar antibióticos pode ajudar o organismo a combater o vírus?
Antibióticos não têm efeito algum contra vírus. Eles devem ser usados somente com receita médica para combater infecções causadas por bactérias. Aqui, estamos falando de um vírus.

Principais sintomas

  • Febre
  • Calafrios Tosse
  • Irritação na garganta
    Congestão nasal
  • Dificuldade para respirar
  • Dor de cabeça

Se você apresentar um ou mais dos sintomas ao lado:

  • procure atendimento médico e, se for o caso, informe sobre qualquer viagem nos últimos 14 dias para áreas com transmissão local (Austrália, China, Coreia do Sul e do Norte, Camboja, Filipinas, Japão, Malásia, Vietnã, Singapura, Tailândia, Itália, Alemanha, França, Irã e Emirados Árabes Unidos);
  • proteja a boca e o nariz com um lenço ao tossir ou espirrar;
  • higienize as mãos constantemente, principalmente após tossir, espirrar e manipular alimentos.

Equipe médica da Rede Mater Dei apresenta fluxo para pacientes com suspeita do coronavírus

17 de fevereiro, 2020

O novo coronavírus, recentemente nomeado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como Covid-19, vem gerando alerta na população. O vírus, que causa infecções respiratórias, já atinge mais de 20 países, com mais de 40 mil casos confirmados. Apesar do grande número de países com casos confirmados da doença, no Brasil nenhum caso foi confirmado.

Seguindo recomendações do Ministério da Saúde, a Rede Mater Dei de Saúde tem promovido e estimulado ações preventivas para enfrentar o Coronavírus e está preparada para o atendimento de casos suspeitos ou confirmados da doença. Banners foram afixados nas portarias de todos os Hospitais da Rede, alertando sobre os sintomas da doença e as medidas a serem tomadas, além de informativos distribuídos aos pacientes e publicações nas redes sociais.

Foram realizadas mudanças nos protocolos de atendimento aos pacientes, seguindo uma lista de verificação de preparação para profissionais de saúde para transporte e chegada de pacientes potencialmente infectados com o coronavírus (Covid-19), divulgada pela organização norte-americana Centers for Disease Control and Prevention – CDC.

Além disso, os colaboradores e profissionais da saúde passaram por uma capacitação e preparo para, ao realizar o atendimento, seguir o fluxo programado para que pacientes com suspeita do vírus, ou pacientes infectados, não tenham contato com outros pacientes e equipe da Rede.

Prevenir e evitar o contato de um paciente suspeito com outras pessoas é o principal foco do Mater Dei. “Nesse momento, a medida mais importante é estabelecer barreiras para evitar o contato dos casos suspeitos com outros clientes, visitantes e, também, com profissionais da saúde. O objetivo é fazer com que o paciente entre, exatamente, no fluxo de atendimento já programado”, explica a médica Coordenadora do Serviço de Epidemiologia e Controle de Infecção Hospitalar da Rede Mater Dei, Silvana de Barros Ricardo.

A médica fala ainda sobre a importância da conscientização da população sobre medidas preventivas simples. “É importante que a própria pessoa esteja atenta ao seu histórico de viagens e sintomas e, se considerar seu caso como suspeito, entre em contato com sua Operadora de Saúde ou o Hospital para que receba instruções de como chegar até o local de atendimento sem colocar em risco outras pessoas. A utilização de máscara é uma medida simples e essencial nesses casos”, conclui Silvana.

Fluxo de atendimento diferenciado
Ao chegar em um dos Prontos-socorros da Rede Mater Dei, o paciente que está com suspeita da doença deve informar ao colaborador responsável pelo seu atendimento. O colaborador, imediatamente, entregará ao paciente uma máscara e um questionário básico sobre seus sintomas e seu histórico de viagens e irá informar a equipe assistencial, que fará uma análise sobre os dados do paciente e, caso necessário, o paciente será conduzido a um quarto de isolamento.

Todos as unidades da Rede Mater Dei já possuem um local específico para isolamento do paciente com suspeita ou infectado pelo coronavírus. O quarto de isolamento, seguindo normas padrões do Ministério da Saúde, possui um sistema de tratamento de ar diferenciado, com filtros específicos, e todos os profissionais que tiverem acesso ao local farão uso de equipamentos de segurança.

O que você precisa saber sobre o coronavírus (Covid-19)
O vírus, que causa infecções respiratórias de leve a moderada, pode infectar animais e seres humanos. A transmissão, ocorre de uma pessoa para outra, pelo ar, tosse ou espirro, através de contato pessoal, como toque ou aperto de mão, e por meio do contato com objetos ou superfícies contaminadas, quando se leva a mão à boca, nariz e olhos.

Dentre os sintomas apresentados pela doença estão febre, tosse ou coriza, dor de garganta e dificuldade de respirar, podendo evoluir, em casos mais graves, para pneumonia, síndrome respiratória aguda grave ou insuficiência renal.

Precauções:

  • Higienização frequente das mãos, inclusive após tossir ou espirrar;
  • Cobrir nariz e boca ao espirrar ou tossir;
  • Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal;
  • Manter os ambientes bem ventilados;
  • Evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas de infecção respiratória.

Varizes pélvicas: saiba quais são as causas, os sintomas e tratamentos

Segundo a Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV), varizes são veias superficiais que fazem circular sangue venoso, e se encontram dilatadas, tortuosas ou alongadas. Essas condições atrapalham a circulação do sangue de volta ao coração. Quando isso ocorre, as veias tornam-se muito visíveis a olho nu, e os principais sintomas são cansaço e principalmente a sensação de queimação. Tais sintomas variam de acordo com a região que a varize aparece. É o caso das varizes pélvicas.

Caracterizada pelos mesmos sintomas em relação às alterações fisiológicas das veias, a varize pélvica pode causar outros transtornos, como a presença de varizes na região genital e dor e incômodo após a relação sexual. Ainda segundo a SBACV, o quadro de veias inchadas na região vaginal pode se agravar durante o período de menstruação, causando dores abdominais antes do ciclo iniciar. Em casos mais atenuados, pode ser percebido incontinência, sangramento intenso durante a menstruação e uma sensação que é descrita pelas pacientes como “peso no abdômen”.

Como surgem as varizes pélvicas e como é feito o diagnóstico?

A varize pélvica é estudada há pouco tempo no campo da medicina vascular. Isso porque muitas pacientes acreditam que o desconforto que sentem na região abdominal e pélvica, principalmente no período menstrual, são normais e, por isso mesmo, deixam de relatar nas consultas de rotina. Ainda assim, estima-se que cerca de 30% das mulheres possuem algum estágio de varize pélvica. 

Falar em “fatores de risco” é difícil, sendo que diversos fatores “comuns” podem desencadear as varizes pélvicas. A gravidez, por exemplo, é um desses fatores: mudanças químicas no organismo da mulher fazem com que as veias da região inferior do corpo irriguem muito mais sangue para o feto e, após o parto, pode surgir a varize. Mulheres com histórico de varizes nas pernas ou glúteos também podem desenvolver a mesma condição na região pélvica.

Justamente por diversos fatores contribuírem com a condição, é preciso que as mulheres fiquem atentas às dores na região vaginal após a relação sexual (que é o sintoma mais comum da varize pélvica) e que procurem um médico imediatamente. Numa consulta especializada, ele pode usar um ultrassom endovaginal para diagnosticar as varizes com antecedência, evitando o desconforto dos sintomas. 

Como é feito o tratamento?

Após diagnosticada, a paciente com varize pélvica será medicada nos períodos sintomáticos. Uma opção de tratamento eficiente é o uso da progesterona. Esse hormônio diminui a ovulação e, consequentemente, diminui consideravelmente a quantidade de sangue irrigado pelas veias pélvicas, aliviando os sintomas e evitando que outras varizes apareçam no mesmo lugar.

O tratamento medicamentoso, porém, alivia os sintomas e controla as varizes pélvicas. O melhor tratamento segue sendo o procedimento cirúrgico. Pouco invasivo, a operação consiste na dilatação do vaso rompido. O procedimento é rápido, com alto índice de resolução e de recuperação breve.

Apendicite: o que é e quais os riscos para a saúde?

Por muito tempo considerou-se que o apêndice, localizado na região final do intestino grosso, era um órgão meramente vestigial – isto é, um resquício da evolução humana, sem nenhuma finalidade. Um estudo realizado em 2007 na Universidade Duke, nos Estados Unidos, comprovou que ele ainda serve como um certo depósito de bactérias que ajudam na digestão. Essa função era muito útil nos primórdios da humanidade mas, com o passar dos milênios, tornou-se dispensável ao organismo, já que sua retirada não causa danos para o funcionamento do corpo humano. Mas se existe uma característica desse órgão que nunca mudou com o tempo, foi a apendicite.

A apendicite afeta cerca de 0.25% dos brasileiros, e consiste na inflamação do órgão. Segundo um estudo realizado em 2004 por um grupo de médicos do Hospital Sírio Libanês para a Sociedade Brasileira de Cirurgia Minimamente Invasiva e Robótica (SOBRACIL), não existe um fator de risco específico, mas nota-se que a apendicite se dá com maior frequência em homens na faixa etária dos 20 anos. Até hoje suas causas não são totalmente conhecidas, apesar de alguns indícios serem conhecidos, como, por exemplo, a obstrução do apêndice por gordura ou fezes. Infecções gastrointestinais, normalmente causadas por vírus, também são consideradas fatores de risco para o aparecimento da apendicite.

Quais os sintomas e os riscos da apendicite?

Os sintomas da apendicite surgem num curto espaço de tempo. Normalmente, os primeiros sinais são dores abdominais e na região do umbigo. A intensidade da dor pode aumentar significativamente, alcançando o grau agudo da doença, em questão de horas. Nessa etapa, a dor passa a ser ao lado direito e abaixo do umbigo, sendo acompanhada normalmente por febre, falta de apetite, náuseas e vômito.

Se não diagnosticada nesse curto espaço de tempo, o apêndice inflamado pode se romper. Nesse momento, a dor pode desaparecer por completo, mas retorna intensificada na sequência – isso porque uma vez que o apêndice inflamado rompe, tal inflamação tende a se espalhar para o revestimento abdominal. Nessa segunda fase, além dos sintomas anteriores, o paciente também pode apresentar constipação ou diarreia, calafrios e tremores.

Existe tratamento?

O acompanhamento médico é imprescindível. Se não cuidada, uma vez rompido o órgão, a apendicite pode matar.

Não existe uma opção medicamentosa para curar a apendicite. O tratamento é apenas cirúrgico e consiste na retirada total do apêndice inflamado. Ele não é substituído, já que sua ausência não prejudica o funcionamento do organismo humano. Na cirurgia convencional, é realizada uma incisão na região do apêndice, sob efeito de anestesia geral, para retirá-lo. Outra técnica é a apendicectomia videolaparoscopia. Segundo o estudo divulgado na SOBRACIL, este é um modelo de cirurgia minimamente invasiva, onde são feitos três pequenos orifícios no abdômen, nos quais são introduzidos uma câmera e outros instrumentos para que o apêndice seja removido.

A recuperação é rápida e, em ambos os casos, dificilmente o paciente apresenta dor abdominal no pós operatório, permanecendo apenas um dia no hospital. Esse quadro muda quando o órgão rompe antes da cirurgia. Nesses casos, a recuperação é mais lenta e pode apresentar dores e incômodos, além do paciente passar mais tempo no hospital – de 2 a 3 dias em observação.

 

Nash Day: Dia Internacional de Combate à Gordura no Fígado

A gordura no fígado será o tema de diversas discussões ao redor do mundo no dia 12 de junho, quando se realizará pela primeira vez no Brasil o Dia Internacional de Combate à Esteatose Hepática Não Alcoólica, o Nash Day, na sigla em inglês

O problema de gordura excessiva no fígado afeta 34% da população adulta ao redor do planeta. O paciente é caracterizado com a doença quando o órgão apresenta uma alta quantidade de lipídios (gordura) nas células do fígado. Esse tipo de esteatose, que não advém do uso de álcool, segue em ritmo crescente: “Hoje em dia, notamos que o número de pessoas com algum nível de doença hepática gordurosa não alcoólica vem aumentando em todo o mundo”, afirma Bianca Della Guardia, médica hepatologista, especialista em transplantes e coordenadora do Grupo Médico Assistencial de Doenças Hepáticas da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein.

Como surge a NASH e quais são os sintomas?

Um dos fatores que pode desencadear o fígado gorduroso é o alto teor de lipídios, em suas diversas formas, que ingerimos todos os dias. Assim, os fatores de risco para o aparecimento da doença são a alimentação não balanceada e o sedentarismo. A NASH também pode aparecer em decorrência de quadros de obesidade, hipertensão arterial, diabetes (tipo 2) e resistência à insulina.

O fígado gorduroso é uma doença silenciosa. Como não apresenta nenhum tipo de sintoma no início de seu desenvolvimento, é de extrema importância que seja diagnosticado precocemente, evitando consequências graves associadas à doença. Ainda segundo Bianca, se não tratada, a NASH pode levar à morte por doença cardiovascular, esteato hepatite, câncer de fígado e cirrose. Em casos onde a gordura no fígado é diagnosticada tardiamente, pode ser necessário até mesmo um transplante do órgão, reforça a médica.

Como tratar?

Infelizmente, não existe ainda um tratamento médico aprovado e eficaz para reverter integralmente a gordura no fígado. Por outro lado, ela pode ser evitada e amenizada através da mudança do estilo de vida do paciente, como a diminuição do consumo de alimentos com lipídios e a prática diária de exercícios físicos.

Mas nem sempre é fácil balancear a alimentação. Dessa forma, sempre é bem vindo procurar grupos de apoio de pessoas que se encontram na mesma situação: falar sobre a esteatose hepática ajuda tanto no processo de tratamento quanto na conscientização e prevenção. É exatamente isso o que o NASH Day e a Dra. Bianca Della Guardia buscam: “Neste NASH Day, realizado pela primeira vez no Brasil e liderado pelo Einstein, queremos dar luz a este problema e alertar a população que a esteatose hepática pode estar muito mais próxima do que imaginamos. Como não há sintomas específicos no início do aparecimento, é preciso focar na prevenção e na adoção de hábitos saudáveis”, finaliza.

7 dicas para aproveitar o Carnaval sem ter problemas

O Carnaval é o feriado mais esperado do ano! Quem gosta, fica contando os dias para ele chegar e cair na folia. Quem não gosta, aproveita a data para descansar e se isolar. Mas, no final, todo mundo aproveita.

No bloquinho ou na avenida, só quem abusa é que acaba estragando a festa. Quando acontecem os excessos, o que era para ser um momento de alegria vira um problema. Para que isso não aconteça com você (nem com seus amigos), listamos algumas orientações do médico João Geraldo Simões Houly, diretor técnico do Hospital Santa Paula.

1 – Mantenha-se hidratado

É preciso estar atento a isso. É uma época de muito calor, então beber água pelo menos de duas em duas horas é essencial. O recomendado, vale lembrar, é ingerir no mínimo dois litros de água por dia (exceto pacientes com restrições médicas). E água mesmo, ok? Sucos e bebidas alcoólicas não contam!

2 – Prefira alimentos leves

Sempre tenha em mãos barrinhas de cereais para garantir a alimentação de duas em duas horas também; em dias muito quentes, a tendência é a pressão arterial cair, o que pode ocasionar enjoo, tontura e desmaios. Já imaginou passar mal no meio do bloquinho? Não queremos isso para ninguém.

3 – Não exagere no álcool

O consumo excessivo de álcool (ou a mistura de destilados com fermentados) pode acabar com a sua festa, a da turma e ainda causar ressaca no dia seguinte. Em casos extremos, é possível desenvolver pancreatite em apenas um dia de muito excesso, por causar um edema que impede a drenagem do pâncreas.

4 – Use protetor solar

A exposição ao sol em horários inapropriados é a principal causa do câncer de pele, o mais comum no país. Por este motivo, o protetor solar deve fazer parte da rotina do folião, retocando a cada duas horas, assim como o uso de chapéus e camisetas.

5 – Não segure o xixi por muito tempo

Algumas fantasias dificultam a ida ao banheiro. Como muitos foliões ficam horas preparados para entrar na avenida, a dica é ir ao banheiro antes de se vestir. Para quem está no bloquinho, ou atrás do trio, procure banheiros químicos ou estabelecimentos que estejam disponibilizando seus espaços para isso. Evite reter urina por longos períodos, porque, além do desconforto, favorecem as infecções urinárias e formações de cálculos.

6 – Escolha bem quem vai beijar

Normalmente trocamos em torno de 250 bactérias e alguns vírus quando beijamos alguém. Portanto, é preciso ter cautela para prevenir doenças como a mononucleose, conhecida como “doença do beijo”. Trata-se de uma doença viral com sintomas parecidos com os da gripe: febre alta, dor ao engolir, tosse, cansaço, falta de apetite, dor de cabeça, entre outros.

7 – Carregue camisinhas com você

É a época do ano em que os brasileiros mais aproveitam para paquerar e o sexo pode acontecer sem ter sido planejado. E a camisinha ainda é o método mais eficaz tanto no controle da gravidez quanto na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis.

Segundo o Ministério da Saúde, no Brasil, somente os casos de HIV/AIDS em jovens de 15 a 24 anos cresceram 85% nos últimos 10 anos. A maior ocorrência dos casos de HIV no país é nos homens entre 15 e 39 anos, representando 73% dos casos.

HPV, Sífilis, Gonorreia, Herpes Genital, Hepatites virais (B e C) e HIV são algumas das mais comuns e exigem cuidado e conscientização por parte de todos. Sobre isso, a ginecologista da Rede Mater Dei de Saúde, Anna Dias Salvador Levindo Coelho, lembra que nem sempre essas infecções manifestam sintomas: “Em alguns casos, os pacientes podem permanecer assintomáticos por toda a vida. No entanto, a transmissão por meio de relações sexuais pode acontecer e é necessário se prevenir”, explica.

Combinado? Então é só cair na folia e compartilhar as dicas com os amigos!