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#AnahpOrienta: os cuidados exigidos das academias que voltarem a funcionar na pandemia

Com o início da retomada econômica e atividades comerciais, em algumas cidades brasileiras a reabertura das academias foi permitida. Por serem ambientes compartilhados e com muitas superfícies de contato coletivo, o funcionamento está sujeito a várias medidas restritivas de horário e capacidade. Em São Paulo, por exemplo, o governo permite que as academias fiquem abertas por 6 horas diárias, funcionando com apenas 30% da capacidade e realizando somente treinos individuais e com horário agendado.

A infectologista e consultora da Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), Camila Almeida, aponta alguns dos protocolos exigidos das academias que voltarem a funcionar nesta fase de reabertura gradual. 

Como o coronavírus segue circulando e, portanto, ainda não é possível flexibilizar totalmente o isolamento social, a especialista ressalta que a melhor forma de prevenção ainda é ficar em casa e sair somente quando for necessário.

Medidas de segurança contra o coronavírus nas academias: 

  • O uso de máscara é obrigatório em todos os ambientes, exceto durante as atividades aquáticas.
  • O espaço de exercício de cada aluno deve estar demarcado no piso nas áreas de treino.
  • No máximo 50% dos armários e aparelhos de cardio devem ser usados, com um distanciamento mínimo de 1,5 metro entre o que estiver em uso.
  • A higienização de equipamentos e objetos da academia deve ser feita antes e depois que cada cliente usar.
  • Nas áreas de musculação e peso livre, deve haver kits de limpeza em pontos estratégicos, com toalhas de papel e produtos específicos para higienização de equipamentos de treino como colchonetes, halteres e máquinas – antes e depois de cada uso.
  • A limpeza feita pelos funcionários deve ser realizada pelo menos três vezes ao dia.
  • Bebedouros e chuveiros ficam desativados nesta fase. 
  • A água das piscinas deve ser renovada regularmente.
  • Os clientes devem agendar horário para ir à academia. Recomenda-se que o estabelecimento oriente os cliente a malhar em horários alternativos, mais vazios. 

 

Covid-19: o que fazer e o que evitar se for ao salão de beleza

O movimento de reabertura gradual do comércio em algumas cidades também inclui os salões de beleza e serviços de estética. A higiene e a segurança, que já eram itens de atenção nesse tipo de estabelecimento, agora devem ser reforçados e adaptados para reduzir ao mínimo o risco de contaminação pelo coronavírus. 

A infectologista e consultora da Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), Camila Almeida, aponta algumas das medidas que os salões e também os clientes devem seguir para garantir atendimentos com segurança. Ela ressalta que a pandemia ainda não está controlada, e que a melhor prevenção continua sendo, se possível, ficar em casa e sair apenas quando for realmente necessário. 

Agendamentos 

Para poder controlar o fluxo, os estabelecimentos devem trabalhar apenas com horário agendado e pedir aos clientes que evitem chegar muito cedo ou se atrasarem, para não haver aglomeração nas salas de espera. Se você for ao salão, tente agendar um horário alternativo, que tenha menos clientes. 

De preferência, vá sozinho/a. Em casos que há necessidade de acompanhante, o ideal é levar apenas uma pessoa com você. Quem é do grupo de risco de covid-19 deve, por enquanto, evitar ir ao salão. 

O intervalo entre um cliente e outro deve ser suficiente para a higienização completa das estações de atendimento e dos utensílios. O mais indicado é que o cliente seja atendido apenas por um profissional por vez, ou seja, não é recomendado cortar o cabelo e fazer as unhas ao mesmo tempo, por exemplo. 

Os clientes devem evitar usar acessórios como anéis, brincos, pulseiras, gargantilhas, relógios e colares.

Proteção e higiene

As máscaras são de uso obrigatório para funcionários e clientes, que devem usá-las durante todo o período de permanência no estabelecimento. O profissional envolvido diretamente no atendimento deve utilizar protetor facial – higienizado periodicamente – ou a combinação de máscara e óculos. 

A depender do tipo de procedimento, recomenda-se também o uso de aventais, de preferência impermeáveis. As luvas usadas no atendimento devem ser trocadas a cada novo cliente, com a higienização das mãos antes de colocar o novo par. Os funcionários também devem usar touca descartável e manter as unhas cortadas.

Todos os processos de esterilização dos estabelecimentos devem ser atualizados de acordo com as orientações da vigilância sanitária.

No atendimento

A distância mínima entre as cadeiras dos clientes deve ser de dois metros. No caso de estações de trabalho em linha, deixar ao menos uma cadeira vazia entre duas em uso.

Os lenços usados devem ser descartados imediatamente em uma lixeira de acionamento sem as mãos. Após o descarte, lavar as mãos com água e sabão ou higienizá-la com álcool em gel 70% antes de continuar o trabalho.

Produtos como maquiagens devem ser fracionados em porções que serão usadas apenas no atendimento daquele cliente específico. Assim, evita-se que um pincel possivelmente contaminado toque o produto que será usado em outras pessoas. 

Em atendimentos que exigem contato físico, como massagens, os funcionários devem utilizar roupa branca, lavada diariamente com a utilização de água sanitária, ou jaleco de TNT descartável, que deve ser trocado a cada novo cliente. As macas também precisam ser devidamente higienizadas após cada atendimento. 

Profissionais e clientes que estiverem com sintomas como febre, tosse e dificuldade de respirar não devem ir ao salão até estarem saudáveis novamente. Se algum funcionário testar positivo para covid-19, os últimos clientes atendidos devem ser contatados e orientados a procurar uma unidade de saúde caso apresentem sintomas.

#AnahpOrienta: como se proteger do coronavírus em atividades ao ar livre

Na última segunda-feira (13/7), a prefeitura de São Paulo permitiu a reabertura de alguns parques. Como a pandemia de covid-19 ainda não está controlada, esses locais voltam a funcionar com restrições de horário e de atividades – os esportes coletivos, por exemplo, estão vetados. E quem pretende voltar a fazer atividades físicas nos parques também deve seguir uma série de medidas para não colocar a própria saúde em risco, nem a dos outros. 

Em entrevista ao portal, o pneumologista da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo José Rodrigues Pereira explicou que os cuidados básicos para evitar a transmissão da doença continuam os mesmo: uso de máscara, higienização das mãos – se possível com álcool em gel – e manter o distanciamento social de pelo menos dois metros entre uma pessoa e outra.

Pereira ressalta que o ambiente aberto é mais indicado para a prática de atividades do que o fechado, para diminuir as chances de contágio. “Durante a atividade física, existe uma hiperventilação e essas gotículas [que podem transmitir o vírus] podem ser eliminadas numa distância maior. Além de ser muito comum tosse para eliminar secreções que, com a hiperventilação, ficam mais espessas por causa do ressecamento das mucosas das vias aéreas”, explica. 

Mas o especialista alerta que o risco de se contagiar ainda existe: “A máscara tem que ser utilizada tanto por quem está fazendo atividade física quanto por quem está apenas passeando em ambientes como os parques”.

Segundo Pereira, durante uma corrida, por exemplo, uma pessoa sem máscara pode eliminar gotículas que alcançam uma distância de até 10 metros. Por isso, o uso é obrigatório. E como as máscaras não previnem totalmente a eliminação de gotículas, também é importante manter o distanciamento mínimo de dois metros entre as pessoas que estão correndo ou caminhando.

Sobre o desconforto que algumas pessoas sentem ao fazer atividade física de máscara, o médico explica que o ideal agora é reduzir a carga do exercício, evitando aqueles que exijam uma alta performance do organismo. 

“Precisamos entender que a vida ainda não voltou ao normal, e os nossos hábitos têm que ser readequados para a realidade que estamos vivendo. Atividade física é importante para a saúde, sem dúvida nenhuma, mas ela precisa ser praticada com segurança. No caso, com utilização de máscara e com a redução da carga – tanto nas academias, em relação ao esforço que é feito em exercícios aeróbicos, musculação, quanto a céu aberto”, afirma Pereira.

Crianças e piqueniques

José Rodrigues Pereira reforça que a permissão para frequentar ambientes abertos não é sinônimo de que as aglomerações estão permitidas. “Claro que ambientes maiores permitem que mais pessoas utilizem o espaço, mas sempre é necessário cuidado com relação à utilização de máscara e manter uma distância segura”, afirma.

Para quem pretende levar as crianças aos parques, o médico afirma que os responsáveis precisam redobrar os cuidados e atenção. “Crianças pequenas têm dificuldade de usar máscara e o grau de compreensão dessa necessidade é completamente diferente da de um adulto”, afirma Pereira, ressaltando ainda o fato de que os pequenos podem ser portadores assintomáticos do vírus e levá-lo para casa. Ele frisa que, nesse período, não é indicado o uso de brinquedos coletivos e aparelhos de ginásticas de uso comum para adultos, e que o ideal é que fiquem lacrados.

Sobre os piqueniques, o especialista diz que esse tipo de atividade pode acontecer, desde que sejam tomadas todas as medidas de segurança. “O que eu recomendo é que reúna apenas pessoas de uma mesma família, que moram na mesma casa”, explica. Isto porque durante a refeição –  e isso vale para restaurantes e bares –, não é possível usar máscara e há objetos que são compartilhados, como garrafas, por exemplo.

“Há documentação científica provando que as superfícies são um grande ambiente para contágio. Ao reunir num piquenique pessoas de outro núcleos familiares pode haver alguém numa fase pré-sintomática ou assintomático que pode transmitir o vírus ao manipular determinados produtos.”

A orientação é para que a higiene das mãos seja reforçada e que a distância entre as pessoas seja respeitada. E que a máscara só seja retirada na hora de comer.

E para quem enxerga no início da reabertura gradual da cidades uma razão para relaxar também a prevenção, o pneumologista faz um alerta: “Seguir as medidas de segurança é fundamental para que possamos manter a liberdade de fazer determinadas atividades e tentar levar a vida o mais próximo possível do normal, ainda que mantendo os cuidados necessários”.  

Covid-19: como reduzir o risco de contágio na reabertura do comércio

Em algumas cidades do país, a reabertura gradual do comércio já começou. Porém, foi necessária a imposição de algumas restrições pelas prefeituras para garantir a segurança dos clientes que decidirem voltar a frequentar lojas e shoppings. 

Esses protocolos são necessários porque o país ainda não alcançou um patamar de controle da pandemia que permita a flexibilização total do isolamento social. Entre eles, estão restrições de horário de funcionamento e do fluxo de clientes – que variam de acordo com a região. 

A infectologista e consultora da Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), Camila Almeida, indicou para o portal outras medidas que devem ser adotados por lojistas e clientes para redobrar o cuidado e evitar a transmissão do coronavírus nestes ambientes. Mas ela ressalta que a melhor forma de prevenção ainda é ficar em casa e sair somente quando for de fato necessário. 

  • O uso de máscara deve ser obrigatório para clientes e funcionários em todos os estabelecimentos;

 

  • Funcionários e clientes devem ter à disposição álcool em gel 70%, especialmente na entrada do comércio e nos caixas;

 

  • É preciso controlar o acesso de clientes para que o fluxo dentro da loja permita o distanciamento entre as pessoas;

 

  • O ideal é que os lojistas adotem maneiras de direcionar a circulação de pessoas no estabelecimento, como corredores unidirecionais, isolamento de algumas áreas e ajuste no fluxo de entrada e saída;

 

  • Estão proibidas atividades promocionais, eventos e campanhas que possam causar aglomerações;

 

  • Nos shoppings, ainda estão restritas atividades de entretenimento e para crianças;

 

  • Cestas e sacolas de compras devem ser higienizadas a cada uso;

 

  • Também é importante higienizar as embalagens de transporte das mercadorias; 

 

  • Recomenda-se que as lojas permitam e estimulem a realização dos pedidos pela internet, reduzindo assim o tempo que o cliente vai gastar na compra dentro da loja.

Como evitar a transmissão da covid-19 em bares e restaurantes

Na última segunda-feira (6), os bares e restaurantes da cidade de São Paulo puderam reabrir as portas após mais de 100 dias fechados. Como esta ainda é uma fase de flexibilização gradual, algumas condições foram determinadas, como fechamento às 17h, limite de ocupação em até 40% da capacidade e o máximo de seis pessoas por mesa.

Veja abaixo outras medidas que você e os estabelecimentos devem tomar para evitar a transmissão da covid-19, apontadas pela infectologista Camila Almeida, consultora da Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp). 

Vale lembrar que ainda não há vacina nem remédio comprovadamente eficaz contra o coronavírus e, por isso, a recomendação continua sendo ficar em casa sempre que possível, e sair o mínimo necessário. 

  • Todo mundo já sabe, mas não custa reforçar: use máscara! Se for ao bar ou restaurante, só tire na hora de comer. Os funcionários devem utilizar ainda outros equipamentos de proteção individual, como viseiras de acrílico e luvas.

 

  • Isso já valia antes da pandemia, e é ainda mais importante agora: sempre higienize as mãos antes de comer. E o ideal é que os estabelecimentos forneçam álcool em gel para clientes e funcionários. 

 

  • Os restaurantes podem adotar o sistema de reservas para controlar o fluxo e evitar aglomerações. 

 

  • Para permitir o distanciamento mínimo de 1,5 metro entre os clientes, o número de mesas deve ser reduzido e assentos no balcão bloqueados. 

 

  • As mesas e cadeiras devem ser higienizadas após cada uso e troca de cliente.

 

  • O cardápio deve ser digital, em painel na parede ou em material que possa ser higienizado após o manuseio.

 

  • Os populares restaurantes self-service devem estabelecer um funcionário, devidamente paramentado com equipamentos de proteção individual, para servir os clientes no bufê, onde deve ser mantido o máximo de distanciamento possível.

 

  • Devem estar disponíveis para os clientes talheres descartáveis ou devidamente embrulhados, como alternativa aos talheres convencionais.

 

  • Sal e outros temperos devem ser oferecidos em sachês ou em porções individualizadas que chegam diretamente da cozinha para cada cliente.

 

  • Se o pagamento for em dinheiro e houver troco, recomenda-se que a devolução seja feita com o valor dentro de um saco plástico para não haver contato do dinheiro com as mãos.

Volta ao escritório: como manter o coronavírus longe do ambiente de trabalho

Algumas cidades iniciaram a reabertura gradual de empresas, e parte da população está retornando aos poucos ao trabalho nos escritórios. Mas, como o coronavírus ainda está circulando e não há vacina nem medicamento comprovadamente eficaz contra a covid-19, a rotina trabalho será bem diferente do que era antes da pandemia.

A infectologista e consultora da Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), Camila Almeida, explica quais são essas orientações para empresas e profissionais se prevenirem e deixarem o coronavírus longe do ambiente de trabalho. Confira abaixo: 

Manter o distanciamento social

Como a distância física entre as pessoas ainda é a medida mais eficaz para evitar a transmissão do coronavírus, a preferência deve ser pelo trabalho remoto sempre que possível. A recomendação vale, especialmente, para profissionais que estão no grupo de risco para covid-19 ou que moram ou cuidam de pessoas mais vulneráveis – idosos, doentes crônicos, gestantes de alto risco, diabéticos e pessoas com imunidade baixa. 

Para quem precisa voltar ao escritório e utiliza o transporte público, a orientação para as empresas é flexibilizar o horário de entrada e saída, para que os funcionários não tenham que circular nos períodos de pico, quando ônibus e trens estão mais cheios. 

No convívio dentro do escritório, a distância mínima entre as pessoas deve ser de pelo menos um metro. Isso pode pedir a reorganização das estações de trabalho, dos espaços de uso comum, do acesso e circulação, demarcando os espaços que precisam ficar vazios. 

Se o espaço não permitir o distanciamento de um metro entre as estações de trabalho, é necessária a instalação de barreiras físicas, como divisórias transparentes ou uso de viseiras tipo face shield.

As salas também devem ficar mais ventiladas, deixando, sempre que possível, as janelas abertas para a circulação do ar. Manter as portas abertas vai evitar o toque nas maçanetas. Ainda é fundamental evitar a aglomeração de pessoas, por isso a preferência por reuniões virtuais, por telefone ou videoconferência, deve ser mantida.

Os profissionais devem relatar para a empresa qualquer sintoma sugestivo de covid-19 (febre, tosse, coriza, dor no corpo, dor de cabeça, perda de olfato ou paladar). E a indicação é que o home office seja adotado até que o diagnóstico seja esclarecido – se for confirmado, é importante respeitar o afastamento de 14 dias, seguindo as orientações médicas.

Higiene e uso de máscaras

As medidas de higiene, que são necessárias também fora do ambiente de trabalho, devem ser reforçadas para reduzir o risco de contágio dentro da empresa:

  • Evitar tocar nos olhos, boca e nariz
  • Não ter contato físico, como aperto de mãos, abraços ou beijos
  • Ao tossir ou espirrar, cobrir o rosto com um lenço de papel descartável ou com o braço flexionado 
  • Lavar as mãos antes do início do trabalho, após tossir, espirrar, usar o banheiro, tocar em objetos de uso comum, dinheiro, antes das refeições, após tocar lixo, restos e sobras.

É importante que o álcool em gel esteja disponível para todos, na entrada do escritório, nas áreas comuns e, se possível, em todas as estações de trabalho, assim como borrifadores de álcool 70% para que os profissionais possam fazer a limpeza de telefones, mesa e teclados quando acharem necessário. É recomendada a higiene desses itens pelo menos duas vezes por turno de trabalho.

Outra ação importante é o uso correto das máscaras. É importante lembrar que as máscaras não reduzem ou substituem a necessidade das medidas de higiene e distanciamento.

A recomendação é ficar de máscara de tecido durante o turno de trabalho. Ela só pode ser retirada caso o profissional esteja sozinho no ambiente. Caso haja necessidade de qualquer aproximação mínima de 1 metro, é preciso usar máscara. 

Vale lembrar que as máscara de pano devem ser trocadas a cada 3 horas ou se estiverem úmidas. Aferir a temperatura dos funcionários na entrada pode ser uma medida a mais de segurança e deve ser realizada com termômetro digital, evitando o contato. 

Alimentação 

É importante controlar o número de pessoas nas copas e áreas de café, já que são locais onde as pessoas estarão sem máscaras por causa da alimentação. O número mínimo vai depender do tamanho dos espaços para que o distanciamento seguro seja respeitado. Se não for possível manter distância de ao menos um metro de outra pessoa, então o indicado é que seja permitida a permanência de apenas uma pessoa por vez.

É indicado que as empresas também tenham nesses espaços borrifadores com álcool em gel para que seja feita a higiene das mesas e de áreas muito tocadas, como o display do micro-ondas. Após as refeições, o ambiente deverá ser higienizado, assim como cadeiras e mesas.  

Já os funcionários devem observar os seguintes cuidados durante a refeição: não compartilhar talheres, pratos ou copos e nem alimentos. Cuidado também com as embalagens que chegam de fora. Elas devem ser removidas e descartadas antes de armazenar os produtos no local de trabalho.

Não é recomendado o uso de bebedouros nos quais é preciso beber água diretamente com a boca. O ideal é que as empresas removam ou lacrem esses equipamentos. Se o bebedouro for acionado por botões ou torneiras, a orientação é sempre higienizar as mãos antes e depois do contato. E vale ressaltar que o uso dos copos deve ser individual.

Banheiros

As empresas devem garantir a limpeza frequente dos banheiros e realizar o controle de acesso, com orientação aos funcionários sobre a restrição do número de pessoas ao mesmo tempo dentro do ambiente. 

Evite tocar diretamente maçanetas das portas – se possível, tente abri-las com o cotovelo – e sempre lave as mãos com água e sabão depois de ir ao banheiro.