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Autotestes de Covid-19: oito cuidados na hora de comprar e usar

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) está em processo de aprovação da venda no Brasil de autotestes para detecção de Covid-19 de diversos fabricantes. Até 4 de março, seis marcas já tinham sido liberadas, e algumas acabavam de chegar às farmácias das grandes cidades. Como nesse tipo de teste o próprio usuário realiza todas as etapas – desde a coleta até a interpretação do resultado – a Anvisa divulgou uma série de cuidados que precisam ser observados para que a testagem ocorra de forma adequada. Confira:

1 – Compre somente autotestes aprovados pela Anvisa. A agência tem uma lista que é atualizada frequentemente com os produtos aprovados para venda no Brasil. É importante ressaltar que podem comercializar os autotestes apenas farmácias, drogarias e estabelecimentos de saúde licenciados pela vigilância sanitária para comércio varejista de artigos médicos (ex.: curativos, meias de compressão, órteses etc.). A venda online só é permitida em sites das lojas mencionadas acima.

2 – Verifique a validade do autoteste na embalagem e se as condições de temperatura e umidade são adequadas para o uso. Não armazene o produto em ambientes úmidos ou com excesso de calor ou frio, porque isso pode levar a resultados errados (falso positivo ou falso negativo). Somente abra a embalagem quando for realizar o teste.

3 – Leia atentamente as instruções do fabricante antes de usar o autoteste e siga o passo a passo. Tenha cuidado especial com o tempo indicado para cada etapa do processo – o que é fundamental para a correta leitura do resultado. Somente utilize o produto se você se sentir seguro/a. Se tiver alguma dúvida, entre em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) indicado na embalagem do autoteste ou procure um serviço de saúde para receber orientação.

4 – De preferência, faça o teste em um ambiente limpo e arejado e lave bem as mãos antes de começar os procedimentos.

5 – Não realize o autoteste em outra pessoa, pois há risco de contaminação. No caso de pessoas menores de 14 anos, a testagem deve ser feita sob a supervisão de um adulto.

6 – Utilize apenas a amostra indicada nas instruções de uso do produto: saliva ou swab nasal (que é uma amostra coletada no nariz com um cotonete de haste longa). Se o seu autoteste for de swab nasal, faça a coleta em um ambiente arejado para evitar o risco de contaminação de outras pessoas, caso tenha vontade de espirrar durante o procedimento.

7 – Muita atenção ao tempo necessário para leitura do resultado indicado nas instruções do fabricante. Não interprete o resultado antes ou depois do tempo estipulado.

8 – Caso o autoteste que você comprou apresente algum problema, como resultado inválido, descarte o produto e realize um novo teste. Entre em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) indicado na embalagem para comunicar o problema. Em breve, a Anvisa terá um canal para os consumidores comunicarem eventuais problemas de qualidade nos autotestes de Covid-19.

Independentemente do seu resultado no autoteste, lembre-se de que a pandemia de Covid-19 ainda não está totalmente controlada. Então, siga com o uso de máscaras, distanciamento físico e complete a vacinação. Essas medidas protegem você e outras pessoas, pois reduzem as chances de transmissão do coronavírus.

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a venda de autotestes de Covid-19 em farmácias no país. Populares no exterior, esses testes podem ser feitos pelo próprio paciente em casa e sem a ajuda de um profissional da saúde. A ideia é ter um recurso a mais para diagnosticar a infecção pelo coronavírus diante do aumento de casos por causa da variante ômicron, que tem causado escassez dos outros tipos de testagem.

Porém, ainda é preciso mais uma etapa para que os autotestes cheguem aos consumidores: cada empresa que quiser comercializar o produto precisa solicitar o registro na Anvisa, que vai analisar caso a caso. A agência estima ter os primeiros testes aprovados para venda em fevereiro. O órgão ressalta que é proibida a venda de autotestes na internet, em sites que não sejam de farmácias ou estabelecimentos de saúde autorizados e licenciados pela vigilância sanitária.

Segundo a Anvisa, o autoteste de pesquisa de antígeno de Covid-19 deve ser usado como triagem para permitir o isolamento precoce e evitar a transmissão do vírus. A agência ressalta que o diagnóstico depende de confirmação em um serviço de saúde. Nos casos em que o autoteste der positivo, a orientação do Ministério da Saúde é de buscar atendimento médico.

Abaixo, você fica sabendo a diferença entre o autoteste e os demais tipos disponíveis no mercado, segundo informações da Anvisa e do Hospital Mãe de Deus (RS). Vai entender, ainda, qual o melhor momento para fazer o teste. Confira:

AUTOTESTE
Como funciona: o autoteste identifica o antígeno viral, uma estrutura que faz com que o corpo produza uma resposta imunológica, que são os anticorpos. Ao comprar o autoteste, a pessoa recebe um kit composto por um dispositivo de teste, um swab (um cotonete com haste longa e estéril), um tampão de extração e um filtro. A amostra é coletada com a introdução não muito profunda do swab no nariz. A pessoa deve então seguir as instruções detalhadas do autoteste para ter o resultado – que sai entre 15 e 20 minutos.

Quando fazer: se estiver apresentando sintomas (como febre, tosse, dor de garganta, coriza e dor de cabeça) ou se tiver contato com alguém que tenha um resultado positivo recente para Covid-19. O autoteste pode ser feito entre o 1º e o 7º dia do início dos sintomas OU a partir do 5º dia do contato com a pessoa infectada pelo coronavírus.

ATENÇÃO! A Anvisa ressalta que o autoteste NÃO DEVE ser utilizado em casos que apresentem sintomas como falta de ar, baixos níveis de saturação de oxigênio (abaixo de 95%), cianose (cor azulada nas unhas, pele, lábios), letargia (sono profundo), confusão mental e sinais de desidratação. O paciente com esses sintomas deve procurar um serviço de saúde o mais rápido possível.

RT-PCR
Como funciona: é considerado o padrão-ouro no diagnóstico da Covid-19 e identifica o vírus no período em que está ativo no organismo. A confirmação da infecção é obtida pela detecção de material genético do SARS-CoV-2 na amostra analisada, que é obtida pela raspagem de secreção nas narinas ou garganta do paciente. A coleta é feita com um swab por um profissional de saúde, e a amostra é analisada em laboratório.

Quando fazer: a coleta da amostra para o teste PCR deve ser realizada, de preferência, entre o 3º e o 10º dia após o início dos sintomas.

TESTE RÁPIDO
Como funciona: há no mercado dois tipos de testes rápidos: de antígeno (que detectam a fase de atividade da infecção) e de anticorpos (que indica uma resposta imunológica do corpo em relação ao vírus). A vantagem desses testes seria a obtenção de resultados rápidos para a decisão da conduta médica. Entretanto, eles têm sensibilidade e especificidade reduzidas em comparação às outras metodologias – por isso é importante ter a orientação e o acompanhamento de um médico.

Quando fazer: para maior eficácia, é recomendável que o material seja coletado a partir do 10º dia do início dos sintomas. O resultado fica pronto em até 2 horas.

SOROLOGIA
Como funciona: verifica a resposta imunológica do corpo em relação ao vírus a partir da detecção de anticorpos IgG e IgM em pessoas que foram expostas ao SARS-CoV-2. O exame é realizado a partir da amostra de sangue do paciente.

Quando fazer: para que o teste tenha maior sensibilidade, recomenda-se que seja realizado ao menos 10 dias após o início dos sintomas. Isso se deve ao fato de que a produção de anticorpos no organismo só ocorre depois de um período mínimo após a exposição ao vírus.

ATENÇÃO! Vale ressaltar que nem todas as pessoas infectadas pelo coronavírus desenvolvem anticorpos detectáveis pelas metodologias disponíveis, principalmente nos casos com sintomas leves ou assintomáticos. Assim, pode haver resultados negativos na sorologia mesmo em pessoas que tiveram Covid-19 confirmada por exame RT-PCR.

Recomendação da Anahp
A Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp) não recomenda a ida ao pronto-socorro apenas com a intenção de fazer um teste de Covid-19. Devem recorrer aos hospitais somente os pacientes com sintomas persistentes – falta de ar, febre, tosse intensa – ou com doenças crônicas pré-existentes.

Aqueles que estiverem com sintomas leves ou assintomáticos devem priorizar a busca por atendimento ambulatorial em consultas médicas, de preferência por telemedicina. Assim, o paciente se protege de uma exposição desnecessária dentro de ambientes hospitalares.

Ao passar por uma consulta, o paciente será avaliado clinicamente e terá a indicação correta sobre a necessidade ou não de testagem e também sobre o tipo de teste mais adequado de acordo com os sintomas que apresenta.

Covid-19: Ministério da Saúde reduz para 7 dias isolamento de pacientes

O Ministério da Saúde reduziu o período de isolamento para pacientes com covid-19 de dez para sete dias. A nova recomendação foi anunciada em entrevista coletiva do ministro Marcelo Queiroga nesta segunda-feira (10). O ministério ressalta, no entanto, que a medida vale para casos leves e moderados da doença, desde que o paciente não apresente febre nem sintomas respiratórios há pelo menos 24 horas e sem o uso de antitérmicos.

Segundo a recomendação do ministério, o período de isolamento pode ser menor ou maior que 7 dias, dependendo da evolução do paciente com covid-19. Confira abaixo:

Pacientes que ainda apresentem sintomas no 7º dia: é obrigatória a realização da testagem antes de deixar o isolamento. Se o resultado for negativo, a pessoa deve aguardar 24 horas sem sintomas respiratórios e febre (sem o uso de antitérmicos) para sair do isolamento. Em caso de resultado positivo, deve ser mantido o isolamento por pelo menos 10 dias a partir do início dos sintomas. Depois desse prazo, o paciente está liberado do isolamento se não tiver febre nem sintomas respiratórios há pelo menos 24h e sem o uso de remédios.

Pacientes sem sintomas no 7º dia: se o paciente não apresentar sintomas respiratórios nem febre há pelo menos 24 horas e sem o uso de medicação, pode sair do isolamento sem a necessidade de teste.

Pacientes sem sintomas a partir do 5º dia: aqueles que tiverem resultados de teste RT-PCR ou teste rápido de antígeno para covid-19 negativo poderão sair do isolamento, desde que não tenham febre nem sintomas respiratórios (sem o uso de antitérmicos). Se o resultado for positivo, é necessário ficar isolado por 10 dias a contar do início dos sintomas.

O ministério enfatiza que, para todos os casos em que o isolamento for encerrado no 5º ou no 7º dia, as pessoas devem manter as medidas adicionais até o 10º dia, como o uso de máscaras, higienização das mãos, evitar contato com pessoas imunocomprometidas ou que tenham fatores de risco para agravamento da Covid-19.
Segundo o secretário de Vigilância em Saúde (SVS), Arnaldo Medeiros, a decisão do ministério decorre da atualização do guia epidemiológico, elaborado por especialistas. O material com as orientações está disponível no site do ministério.

Saiba a diferença entre os testes para covid-19, quando é indicado fazer e qual é o mais preciso

Sorologia, PCR, IgA/IgM… Quem já pensou em fazer um teste de detecção da covid-19 se deparou com nomes e siglas que podem confundir e gerar muitas dúvidas. Abaixo, os especialistas da Rede Mater Dei de Saúde explicam como é feito cada exame, o grau de precisão de cada um e qual o teste mais adequado para cada situação. Confira: 

Quando fazer o exame 

O teste de detecção da covid-19 é indicado para pessoas que tiveram contato com casos suspeitos da doença. Deve ser realizado de 5 a 15 dias após o contato, caso a pessoa apresente sintomas, como sensação febril ou febre, coriza e dor de garganta, tosse ou dificuldade para respirar. O paciente deve se manter em observação clínica e com distanciamento social das outras pessoas entre 3 a 15 dias, de acordo com orientação médica.

Tipos de teste

PCR para coronavírus

Informa se você está infectado no momento. Com este exame é possível identificar e isolar os infectados, evitando que haja transmissão, e rastrear outras pessoas que tiveram contato com o paciente e que estão potencialmente contaminadas.

O resultado negativo não exclui a presença da infecção, e o positivo pode permanecer por mais de 15 dias em algumas pessoas. A amostra para exame é coletada com um cotonete no nariz e na garganta. O ideal é realizar o exame entre o 5º e o 10º dia com sintomas. O resultado pode sair em até 72 horas.

Sorologia

Existem dois grandes grupos de anticorpos: as imunoglobulinas das classes M (IgM) e G (IgG). Essas proteínas, fabricadas quando um agente infeccioso invade o corpo pela primeira vez, são uma forma de proteção natural. A sorologia é o exame capaz de detectar os níveis de anticorpos IgM e IgG ou IgA e IgG no sangue. O resultado deste teste indica se a pessoa já teve contato com o vírus SARS-CoV-2 e o sistema imunológico produziu os anticorpos contra a covid-19. 

  • IgG para coronavírus

O exame de IgG e anticorpos totais detecta se você foi infectado no passado e desenvolveu anticorpos contra o coronavírus. Os resultados positivos realmente indicam contato prévio com o vírus, mas não informam por quanto tempo a pessoa estará protegida. O exame é feito com uma amostra de sangue venoso e deve ser realizado a partir do 15º dia de sintomas. O resultado sai em até 72 horas.  

  • IgA e IgG para coronavírus

Este exame detecta anticorpos produzidos pelo organismo contra o coronavírus por métodos sorológicos, ou seja, se você está ou foi infectado pelo coronavírus no passado. É útil para identificar quem já tem imunidade ao novo coronavírus e o número de pessoas que foram infectadas na população de uma determinada região. 

Este teste ainda tem limitações, porque não está claro até o momento se os anticorpos são protetores nem quanto tempo dura a imunidade. Também não se sabe ainda qual valor ou tipo de anticorpo protege contra o coronavírus. 

Um teste negativo não afasta infecção passada nos primeiros dias de sintomas (até 10 dias), já um teste positivo isolado pode estar relacionado a outras infecções virais. A amostra para este exame também é de sangue venoso, que deve ser coletado a partir do 7º dia de sintomas. O resultado sai em até 3 dias.  

  • IgM/IgG para coronavírus e teste rápido

Identifica pessoas com imunidade ao vírus, mas pode acontecer de ser positivo na presença de outras infecções virais – logo, não define infecção. Também é feito com coleta de sangue venoso e deve ser realizado a partir do 7º dia de sintomas. O resultado sai no mesmo dia. 

#PerguntaPraAnahp: o que é importante saber sobre o novo coronavírus

Neste momento de combate à pandemia de coronavírus, informação de qualidade e de fonte confiável é fundamental para se proteger. A Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp) coloca a serviço da sociedade o conhecimento de instituições de saúde de excelência no país para que a população tire todas suas dúvidas sobre a Covid-19 e não corra riscos por causa de fake news.
Abaixo, selecionamos as principais perguntas sobre a doença, respondidas pela infectologista Camila Almeida para o Saúde da Saúde. Confira e compartilhe.

Quando devo ir ao hospital?
Só é indicado ir ao hospital se a pessoa apresentar os seguintes sintomas:
– Falta de ar;
– Febre acima de 37,8°C ou que não diminui com medicação;
– Tosse.

Idosos são um caso especial por estarem no topo do grupo de risco. Eles devem procurar orientação médica quando identificarem sintomas gripais.
Caso se encaixe nos sintomas acima, use máscara cirúrgica ao sair de casa. Essa atitude minimizará a chance de transmitir a doença para outras pessoas.

Atenção: ir ao hospital sem necessidade prejudica a todo, pois:
– Aumenta o risco de contaminação – sua e dos outros;
– Sobrecarrega o sistema de saúde, que pode ter dificuldades com falta de materiais e equipes para atender a crescente demanda.

Clique aqui e veja uma tabela do Ministério da Saúde que ajuda a identificar, pelos sintomas, quando o caso pode ser de gripe, resfriado ou Covid-19.

Preciso ir ao hospital. E agora?
Caso seja necessário procurar um serviço de saúde, fique atento para as seguintes orientações:
– Utilize máscara cirúrgica ao sair de casa para reduzir as chances de transmitir a doença para outras pessoas;
– Assim que chegar ao serviço de saúde, avise ao porteiro ou recepcionista de que você apresenta sintomas de gripe. Muitos hospitais têm um procedimento diferenciado para atender pessoas com sintomas relacionados a Covid-19.

Quando não devo procurar um hospital?
– Se você não apresenta nenhum sintoma: fique em casa e mantenha a calma. Ir ao hospital sem necessidade pode colocar você e outras pessoas em risco;
– Se está com sintomas gripais leves e não é grupo de risco: também é recomendado não ir ao hospital, pois o teste de Covid-19 é reservado para pacientes com quadro mais grave;
– Se está infectado, mas sem sintomas graves: o melhor também é se manter isolado em casa. Tome muita água e, caso tenha febre, utilize um antitérmico. Mas se a febre não diminuir ou passar de 37,8°C, aí sim, procure um hospital.

Lembre-se: a medida mais eficaz contra a doença nesse momento é o isolamento social.

Quando é necessário fazer o teste?
Atualmente, os testes de Covid-19 são realizados apenas em pacientes com sintomas graves, principalmente respiratórios. Quem avalia e indica essa necessidade é o médico.
As orientações quanto à realização de exames podem mudar de acordo com o aumento do número de pessoas infectadas, por isso é essencial se manter informado por meio de canais confiáveis.
Importante lembrar que os planos de saúde, atualmente, estão cobrindo a realização desses testes.

Quem corre mais risco ao ser infectado?
– Pessoas acima de 60 anos;
– Diabéticos;
– Cardiopatas;
– Pessoas que fazem algum tratamento que reduz a imunidade, como de câncer;
– Fumantes.

Para esse público, é essencial o isolamento social e o acompanhamento de perto de possíveis mudanças no estado de saúde.

Por que é importante o isolamento e o distanciamento social?
Nesse momento, a medida mais efetiva para conter o avanço do vírus é o isolamento social – que significa ficar em casa, reduzindo ao máximo o contato com público externo. Essa medida é ainda mais importante para as pessoas do grupo de risco.
Caso não seja possível se manter dentro de casa o tempo todo, adote o distanciamento social ao sair nas ruas. Fique a pelo menos dois metros de distância das outras pessoas. Também evite o contato físico e com objetos que possam estar contaminados. Evite tocar nos olhos, boca e nariz e, ao chegar em casa, lave bem as mãos.
Essas atitudes reduzem as chances de contágio, que acontecem principalmente por meio de:
– Gotinhas de saliva;
– Espirro;
– Tosse;
– Catarro;
– Aperto de mão;
– Ao tocar em um objeto contaminado.